terça-feira, 21 de março de 2017

VIATURA DOS BOMBEIROS CAPOTA NO ACESSO A TRINDADE

quarta-feira, 15 de março de 2017

PEZÃO NA LISTA DE CORRUPÇÃO DA ODEBRECHT

Procurador-geral Rodrigo Janot enviou ao STF 83 pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos citados nas delações de executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht.


O conteúdo das delações dos executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht está sob sigilo, mas a TV Globo conseguiu apurar nesta quarta-feira (15) com várias fontes a presença de 22 novos nomes de políticos na lista de 83 pedidos de investigação que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou nesta terça (14) ao Supremo Tribunal Federal.

Na terça-feira, a TV Globo já havia revelado outros 16 nomes que fazem parte da lista. 

No total, já são 38. Nos depoimentos dos delatores, segundo a TV Globo apurou, são mencionados os nomes de pelo menos 170 pessoas, entre as quais políticos com foro e sem foro privilegiado.

Muitos dos nomes já foram citados em depoimento do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que veio a público em dezembro do ano passado.

Dentre os novos nomes que a TV Globo apurou, há mais um ministro do governo Michel Temer, além dos cinco já revelados nesta terça. É Marcos Pereira, do PRB, atual ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Na lista também há pedidos referentes a pelo menos cinco governadores, que deverão ser analisados pelo Superior Tribunal de Justiça – o foro de governadores é no STJ; o de deputados e senadores no STF.

Veja abaixo os novos nomes:

Ministros

Além dos cinco ministros revelados nesta terça, também está na lista:

  • Marcos Pereira (PRB-RJ), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços


Governadores

Cinco governadores que aparecem na lista são os seguintes:

  • Renan Filho (PMDB), de Alagoas


  • Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro


  • Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais


  • Tião Viana (PT), do Acre


  • Beto Richa (PSDB), do Paraná


Senadores

Do Senado, mais quatro nomes que vão para análise do Supremo:

  • Lindbergh Farias (PT-RJ)


  • Jorge Viana (PT-AC)


  • Marta Suplicy (PMDB-SP)


  • LÍdice da Mata (PSB-BA)


Deputados

Entre os deputados federais que foram citados pelos delatores, estão:

  • Marco Maia (PT-RS)


  • Andres Sanchez (PT-SP)


  • Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)


  • José Carlos Aleluia (DEM-BA)


  • Paes Landim (PTB-PI)


Políticos sem foro

Há políticos e outras pessoas citadas na lista que não têm foro em tribunais superiores e, por isso, terão o caso analisado por outras instâncias da Justiça. Entre elas estão:

  • Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-ministro do governo Temer


  • Sergio Cabral (PMDB-RJ), ex-governador do Rio de Janeiro, atualmente preso


  • Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara, atualmente preso.


  • Duarte Nogueira (PSDB-SP), prefeito de Ribeirão Preto


  • Paulo Skaf (PMDB-SP), candidato derrotado a governador de São Paulo em 2014


  • Edinho Silva (PT-SP), ex-tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, atual prefeito de Araraquara


  • Anderson Dornelles, ex-assessor direto da ex-presidente Dilma Rousseff


SAIBA O QUE DISSERAM OS POLÍTICOS QUE APARECEM NA LISTA

Acusações

Os pedidos de investigação enviados ao Supremo trazem acusações de crimes como corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, formação de cartel e caixa 2.

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da lava Jato no Supremo, evitou falar sobre o tempo que levará para decidir sobre os pedidos da Procuradoria Geral da República.

O ministro não tem prazo para tomar decisão sobre a abertura de inquéritos ou sobre o fim do sigilo das delações. Ele só decidirá depois que receber e analisar centenas de documentos entregues pela PGR. 

Por enquanto, está tudo guardado numa sala-cofre no terceiro andar.

Antes de os pedidos chegarem ao gabinete do ministro Fachin, tudo tem de passar pelo protocolo do Supremo. Os 320 pedidos do procurador Rodrigo Janot (dos quais 83 de abertura de inquérito) já começaram a ser cadastrados no sistema do STF e receberam um número. 

Agora, estão em fase de processamento. Esse trabalho só deve terminar na sexta-feira.

Nomes já conhecidos da 'lista do Janot'

Dentre os 38 nomes revelados pela TV Globo nestas terça e quarta que integram a lista do procurador-geral Rodrigo Janot enviada ao STF, há:

Seis ministros do governo Temer – Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Bruno Araújo (Cidades), Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços)


Cinco governadores: Renan Filho (Alagoas), Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro), Fernando Pimentel (Minas Gerais), Tião Viana (Acre), Beto Richa (Paraná)

Seis deputados: Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara; Marco Maia (PT-RS); Andres Sanchez (PT-SP); Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA); José Carlos Aleluia (DEM-BA); Paes Landim (PTB-PI)

Dez senadores: Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado; Edison Lobão (PMDB-MA); José Serra (PSDB-SP); Aécio Neves (PSDB-MG); Romero Jucá (PMDB-RR); Renan Calheiros (PMDB-AL); Lindbergh Farias (PT-RJ); Jorge Viana (PT-AC); Marta Suplicy (PMDB-SP); LÍdice da Mata (PSB-BA)

Dois ex-presidentes da República – Luiz Inácio Lula da Silva (PT); Dilma Rousseff (PT)
Dois ex-ministros do governo Dilma – Antonio Palocci (PT); Guido Mantega (PT)

Um ex-ministro do governo Temer – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA)

Um ex-governador – Sérgio Cabral (PMDB-RJ)

Um ex-presidente da Câmara – Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Dois prefeitos – Duarte Nogueira (PSDB-SP), de Ribeirão Preto; Edinho Silva (PT-SP), de Araraquara

Um ex-candidato a governador – Paulo Skaf (PMDB-SP)

Um ex-assessor da ex-presidente Dilma Rousseff – Anderson Dornelles

Partidos

Veja a distribuição por partido dos nomes da "lista do Janot" revelados pela TV Globo:

DEM – José Carlos Aleluia, Rodrigo Maia

PMDB – Edison Lobão, Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Eunício Oliveira, Geddel Vieira Lima, Lúcio Vieira Lima, Luiz Fernando Pezão, Marta Suplicy, Moreira Franco, Paulo Skaf, Renan Calheiros, Renan Filho, Romero Jucá, Sérgio Cabral

PRB – Marco Pereira

PSB – LÍdice da Mata

PSD – Gilberto Kassab

PSDB – Aécio Neves, Aloysio Nunes, Beto Richa, Bruno Araújo, Duarte Nogueira, José Serra

PT – Andres Sanchez, Antonio Palocci, Dilma Rousseff, Edinho Silva, Fernando Pimentel, Guido Mantega, Jorge Viana, Lindbergh Farias, Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Maia, Tião Viana

PTB – Paes Landim

Sem partido – Anderson Dornelles


segunda-feira, 13 de março de 2017

A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO ROUBADO POR SÉRGIO CABRAL


Esses R$ 270 milhões são apenas o começo. No ritmo que as investigações vão, com as delações premiadas que estão em andamento, muito mais dinheiro de Sérgio Cabral será descoberto pelo mundo afora. E respondendo a pergunta que a coluna deixa no ar, é elementar que Pezão, por constrangimento, vai mandar um representante. Mas Pezão e Jorge Picciani podiam se adiantar e também devolver a parte que lhes coube no butim, no saque aos cofres públicos e nas propinas cobradas a empresários. 


PEZÃO CONTRATA SOLANGE ALMEIDA (PMDB) RÉ NA LAVA JATO.

MAJOR HÉLIO E CORONEL PAÚL MANIFESTAM REVOLTA POR CABRAL IR PARA PRESÍDI...


domingo, 12 de março de 2017

SÉRGIO CABRAL TERIA RECEBIDO MESADA DE R$ 500.000



Prezados leitores, o ex-governador Sérgio Cabral apresenta
claros sinais de psicopatia grave, o que deve ser avaliado com o intuito de
mantê-lo internado enquanto vida tiver em um estabelecimento prisional
psiquiátrico, afastado do convívio social.
Tudo indica que o dia que for solto, voltará a praticar
crimes.

"Jornal O Globo
Ex-diretora da Carioca Engenharia confirma mesada de R$ 500
mil a Cabral
Tânia Fontenelle disse a Moro que repassava dinheiro a
Carlos Emanuel Carvalho de Miranda, operador do ex-governador
GUSTAVO SCHMITT E CLEIDE CARVALHO 10/03/2017 17:15 /
atualizado 10/03/2017 17:36
SÃO PAULO - Ex-diretora financeira da Carioca Engenharia,
Tânia Fontenelle, confirmou ao Juiz Sérgio Moro que a empreiteira repassou
mesadas fixas de até R$ 500 mil ao ex-governador Sérgio Cabral. Fontenelle
prestou depoimento a Moro na tarde desta sexta-feira, quando foi arrolada como
testemunha de acusação na ação que o ex-governador Sérgio Cabral responde por
corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha na Justiça Federal de Curitiba
(Fonte)".

terça-feira, 7 de março de 2017

Imposto de renda X 13º Salário




O início do prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda trouxe dúvidas aos servidores estaduais. O motivo é o atraso do pagamento de rendas em 2016. O grande ponto de interrogação, neste momento, é sobre como declarar o 13º salário. Os servidores não receberam o abono natalino de 2016, mas terão de declarar as parcelas que receberam do 13º de 2015.

Segundo a Secretaria estadual de Fazenda e Planejamento, o servidor estadual terá de declarar as quatro parcelas do abono de 2015. O campo no qual o servidor terá de declarar está disponível no Informe de Rendimento liberado pelo estado e disponível no Portal do Servidor. No caso de aposentados e pensionistas, os informes também estão liberados pelo Portal do Servidor e pelo site do Rioprevidência.

Para lembrar o servidor: em 2015, o estado atrasou o pagamento da segunda parte do 13º salário. Em dezembro, o governo decidiu parcelar esta parte em cinco. As parcelas foram pagas entre dezembro de 2015 e abril de 2016. Portanto, segundo a Secretaria de Fazenda e Planejamento, serão essas quatro parcelas que terão de ser declaradas este ano.

Servidor deve se informar antes de fazer a declaração

Nas declarações às quais o EXTRA teve acesso, os rendimentos sobre o 13º salário estão citados como “Rendimentos Sujeitos a Tributação Exclusiva”. Neste campo estará especificado, na visão do Estado do Rio, quanto o servidor recebeu em forma de abono natalino no ano de 2016. O entendimento da administração tem base em uma norma da Receita Federal, de 2014.

Para o advogado Bruno Miguel Drude, da Salusse Marangoni Advogados, é importante o servidor ter o aconselhamento de um profissional neste momento. Para ele, como o 13º de 2015 não foi pago no ano de competência, ele deverá ser declarado em 2016 como “renda recebida de pessoa jurídica”:

“O serviço público tem suas peculiaridades. Podem existir duas avaliações sobre as declarações. Como recomendação da Receita, o servidor deve seguir a orientação da fonte pagadora”.

Fonte: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/servidores-do-estado-em-duvida-sobre-ir-2017-como-deve-ser-declarado-13-salario-21011403.html

segunda-feira, 6 de março de 2017

Governo CALOTEIRO




Entre outubro de 2015 e janeiro deste ano, o Estado do Rio acumula pendências com os servidores que superam R$ 2 bilhões. O EXTRA somou as dívidas sobre o salário de janeiro, o 13º de 2016, e bonificações como o RAS e metas alcançadas. O cálculo sobre os compromissos não cumpridos — alguns deles sequer possuem previsão de pagamento — alcança R$ 2,058 milhões.

Todas as categorias vinculadas ao Executivo cobram alguma dívida gerada em função da crise. Os casos mais graves são dos servidores que sequer receberam, de forma integral, o salário de janeiro, que deveria ter sido pago no dia 14 de fevereiro.

— Damos um jeito para pagar as contas. Estou tendo de lidar com um divórcio e encontrar formas de me organizar. Contei com a ajuda de amigos no mês passado. Por tabela, além de ficar devendo as empresas, fico devendo a eles. Isso sem falar que conto com a ajuda dos meus pais para a alimentação da minha filha — disse Flávia de Mattos, de 32 anos, servidora concursada da Fundação Cecierj.

Para Luciano Marques, técnico de nível médio da Fundação Cecierj, o jeito foi encontrar um bico. Desde a decisão do governo em parcelar a folha de janeiro, ele trabalha entregando almoços pela cidade.

— Tive a sorte de a minha namorada ter me indicado para esse bico. Faço as entregas e já recebi R$ 620. Isso ajuda muito. Mas não se compara a estabilidade e a perspectiva que tenho no serviço público — disse Luciano, de 35 anos, e desde 2005 no serviço público.

— Eu tinha a esperança de crescer. Comecei a estudar para tentar um concurso melhor, de nível superior. Batalhei pensando em algo melhor, mas o governo está atrapalhando o meu sonho — lamentou Luciano.

O pinga pinga que não encerra a dívida

Como forma de acalmar um setor fundamental para o Estado, o governo vai quitar, entre os dias 24 de fevereiro e dia 7 de março, o pagamento de dois meses que estavam atrasados do Regime Adicional de Serviço (RAS) aos servidores da Segurança Pública. O pinga pinga na conta, porém, não anima os funcionários. A cobrança segue grande e a dívida não parece diminuir.

— Isso (o pagamento do RAS) é apenas parte da dívida que o Estado possui com os servidores. Vamos aguardar como será o pagamento do salário de fevereiro. A previsão não nos parece nada boa — disse o presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal (SindSistema), Gutembergue de Olivera.

O temor entre diversas categorias é que pendências antigas, como o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), devido a policiais militares, e com meses atrasados desde 2015, não seja quitados pela administração.

O governo, por sua vez, promete quitar, entre os dias 10 e 22 de março, o que resta a ser pago da folha de janeiro. A dívida sobre o vencimento de mensal de quase 100 mil servidores, entre ativos, aposentados e pensionistas, é de R$ 420 milhões. Não previsão, porém, sobre o pagamento do 13º salário, das metas alcançadas e dos programas das forças de Segurança.

fonte: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/de-2015-ate-hoje-divida-do-estado-do-rio-com-os-servidores-supera-2-bilhoes-21011452.html