quinta-feira, 7 de maio de 2015

INCÊNDIO ATINGE LOJAS NA SAARA, NO RIO

Inicialmente, não há relatos sobre feridos.
Não há informações sobre as causas do incêndio.


Foto: Fogo atinge imóveis no Centro do Rio (Foto: Reprodução / TV Globo)

Um incêndio atinge uma loja na Saara, comércio popular do Centro do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (7). O Corpo de Bombeiros foi acionado ainda durante a madrugada e três quarteis (Caju,São Cristóvão e Central) atuavam no combate às chamas por volta das 6h.

Segundo os agentes, o fogo começou em uma loja de roupas infantis e se alastrou para outras duas lojas vizinhas. Em função das chamas, parte dos imóveis desabou. Inicialmente, não há relato sobre feridos. As lojas atingidas ficam na Rua da Alfândega, próximo à igreja de São Jorge. Não há ainda informações sobre as causas do incêndio.

Foto: Incêndio que atingiu sobrados no Centro do Rio podia ser visto da Ponte (Foto: Matheus Rodrigues/G1)



quarta-feira, 6 de maio de 2015

EXTRA, EXTRA!!! SIMÕES PEDE EXONERAÇÃO

Fomos surpreendidos, agora à tarde, com a noticia dada pela coluna do jornalista Ancelmo Góes de que o secretário de Defesa civil e comandante geral do CBMERJ CEL BM SERGIO SIMÕES pediu exoneração do cargo indicando para seu lugar o chefe do estado maior geral CEL BM JORGE BRITO DE ALCÂNTARA, vulgo MALANDRÃO.





Estamos ainda impactado com a recente notícia, porém agiremos com prudência, aguardando as confirmações oficiais de sua saída e quem de fato assumirá em seu lugar.

Em breve mais notícias e os desdobramentos deste passo do governo.


Em nota oficial através do site da corporação, Cel Simões afirma que quem assumirá as duas funções a partir do dia (11) será o Cel Alcântara. Acompanhemos.


DBM/MOT - MOTOCICLISTAS, UM BARRIL PRESTES A EXPLODIR

Unidade da corporação com franca ascensão, regride com praticas ditatoriais e insanas de seu comandante, que usa e abusa de assediar moralmente seus subordinados.



Acompanhem o relato dos militares que compõe o destacamento:

"A chegada do Major Luis Henrique ao comando do Dbm/Mot foi envolvida pela empolgação de todos os militares ali empenhados. Conseguimos uma base definitiva no complexo de ensino, viaturas, e um curso EOPEM ou COPEM, o comandante cresceu, tomou visibilidade e ficou forte.

Dois fatos marcaram negativamente essa trajetória, e que nos chamou muito a atenção para o comportamento do ilustre cmt, frente às situações e percebermos que algo estava errado:

A morte do CB De Lara, que era professor e ótimo instrutor, perturbado depois das muitas perseguições sofridas, fez uso de tantas drogas que veio a falecer.

E o segundo, que é de conhecimento de todos, foi o caso do CB Freire, (POSTAGEM) que por mais que o Major explique, em nenhum momento deu atenção necessária ao bombeiro. Fez uma única visita quando o Chefe do estado Maior foi ao hospital vê-lo. Quem de fato socorreu o companheiro foi a mobilização dos demais motociclistas através de arrecadações, que continuam até hoje.

Mantem um grupo de apadrinhados no expediente que são os seus olhos quando não está presente (ficou conhecido como comandante zap zap, porque ficou dois meses ausente do destacamento), os livrando dos serviços de 24 no complexo, formaturas, escalas extras. Protege-os inventando escalas de serviços para justificar. E olha que o Major contou com a cumplicidade dos militares daquela unidade, que não relataram o vacilo que ele cometeu, num incêndio na oficina por ter combustível armazenado de forma irregular.

Dizimou nosso efetivo transferindo gratuitamente militares cursados porque indagaram suas ordens infundadas, tais como:

- Andamos com uma pinça hidráulica na lateral da moto, alterando o centro de gravidade, sem nenhum respaldo técnico;

- Em plena época de economia de tudo, conforme saiu em boletim, obriga os militares a irem e virem todos os dias para a base em Guadalupe. Mesmo em dias de chuva, e sem dar capa para todos, porque não temos; Detalhe, as motos ficariam em suas bases, central, Recreio, Caxias e Copacabana, era só assumir o serviço nelas, porém alega manutenção. Pede para voltarmos todos os dias, ocasionando gastos de combustível, lona de freio, pneus e outros ítens, tudo da XT 660 é claro. Além de aumentar a possibilidade de acidente com os poucos motociclistas
 na ida ou volta para Guadalupe à noite, onde virou uma nova faixa de Gaza;

- Tornou a transferir "de graça" os militares que o Cel Saraiva trouxe de volta. E o pior, pede para os tratarmos como leprosos;

-  Humilhou na frente de testemunhas um militar desses trazidos pelo Cel Saraiva, afirmando que ele não prestava mais, pois não tinha condições físicas de pilotar. Detalhe, o bombeiro corre hoje, 10km fácil;

- Dos 29 militares transferidos para o Dbm/Mot para fazer o teste peculiar, ao tomarem conhecimento de quem era o comandante, 15 desistiram de imediato;

- Acha que todos são amigos do Cel Saraiva, de quem fala mal toda hora, pois traz más recordações de quando tenente chefe do almoxarifado subordinado ao Cel;

- Participamos de uma reunião onde todos os presente foram ameaçados de prisão caso levantássemos a mão para falar alguma coisa;

- Até hoje não sabemos quais são as prioridades das motocicletas, não tem NGA, somos enviados para todos lado, pra dentro de comunidade sem a menor preocupação com nossa segurança;

- Pensa que tem amigos no expediente, mas se engana, são todos de conveniência, quando são requisitados numa situação de emergência, falam mal dele todo tempo. Tem problemas familiares graves que influenciam diretamente em seu comando;

Todos acatamos suas ordens, mesmo que absurdas, por medo, quem tem coragem de questionar é transferido, mesmo pelas costas do Cel Saraiva, que quer abrir novos postos e por causa dele não consegue. Exemplo: ainda não retornou com a base de Guadalupe, não sabemos porque? pois tinha militares que poderiam assumir o posto, mas transferiu mais uma vez, ignorando as ordens superiores, mandando dois militares ótimos motociclistas embora. Resultado, não tem como abrir o posto de Guadalupe.


Será preciso termos novas mortes ou acidentes que fiquemos inválidos para ele abrir a mente???"


Isso é uma unidade militar ou um campo de concentração? 

Os fatos relatados são absurdamente graves, se não conhecêssemos as fontes, diríamos que são inverdades. Tivemos até que suprimir algumas expressões utilizadas pelo ilustre comandante pois não daria para reproduzir.

O Major Luis Henrique já perdeu a capacidade de liderar aqueles militares, até mesmo porque não muda suas práticas. Depois da postagem sobre assédio moral em o mesmo foi duramente criticado, fez reuniões com as duas alas, com tom ameaçador, intimidatório, retirou antes mesmo de começar a reunião militares que ele intitula não ser confiável (até já determinou que um deles não precisa mais se apresentar para o serviço. Mais uma vítima da covarde punição geográfica).

Na reunião com a segunda ala afirmou que tem todo respaldo do Cel Simões, e que as postagens no site não mudarão em nada a visão que tem dele. Se é verdade não sabemos, mas fato é que se não houver uma intervenção, muito em breve poderemos estar noticiando algo do desagrado de todos (Bombeiros e comando Geral). Sinceramente estamos muito preocupados.  

NOVAS INSTALAÇÕES DA 1º POLICLÍNICA - CAMPINHO

O comando Geral do CBMERJ tornou público através do boletim de ontem (05/05) o início das obras para as novas instalações da 1° Policlínica dos bombeiros.



Realmente temos que reconhecer que as novas instalações em conformidade com as normas da vigilância sanitária irão beneficiar muito toda corporação e seus familiares.

Assim como também será uma medida de total coerência e equilíbrio administrativo a manutenção das instalações da 3º Policlínica - Charitas. Temos que expandir e não regredir.

Ficamos muito entusiasmado com as boas novas, a pesar de sabermos, a final, já não tem quase ninguém mais bobo, que obras públicas são as oportunidades legais, mais seguras para desvios de verbas através de superfaturamentos, estamos de olho. Todavia, não há outro caminho, que venha as novas dependências da 1º Policlínica do CBMERJ.

terça-feira, 5 de maio de 2015

CRISE NO GOA LONGE DE TER SOLUÇÃO

É com muito pesar que apresentamos a bomba relógio que se tornou o Grupamento Operacional Aéreo do Estado do Rio de janeiro. 

Fomos pioneiros neste tipo de salvamento e temos muito orgulho disso, entretanto, a visão tacanha e limitadíssima da administração, somatizada com a má influencia que o atual comandante do grupamento sofre. Esse braço da corporação, hoje, sobrevive enquanto algo pior não acontece.




Compreendam os fatos:

1 - Fomos pioneiros no salvamento aéreo, demos instruções para colegas de corporações de outros estados. Hoje, todas elas possuem pra mais de 12 aeronaves, Minas, Brasília; São Paulo possui 21 para salvamento, e nós temos apenas 4 de socorro (que não operam todas) e uma da saúde (para transporte de órgãos e outros servicinhos para o governo).

2- Grande parte dos problemas se deram quando a administração da manutenção passou a ser responsabilidade dos gestores do CBMERJ. "Aí o barco começou a afundar" Os recursos vêm da secretaria de saúde que repassam para o corpo de bombeiros investir nas aeronaves. Porém, numa reunião com Superintendente Administrativo do CBMERJ: Coronel BM QOC IDILBERTO Antônio Calixto, com alguns outros comandantes passados do GOA, o mesmo afirmou que enquanto ele estivesse onde está, não investiria nenhum tostão em aeronaves. "Não faz sentido, tudo é muito caro, disse ele. Ou seja, de pioneiros passamos a retardatários pela retrograda visão do administrador;

3 - Enquanto os antigos comandantes do GOA sustentavam a importância do serviço prestado pelo grupamento, as coisas ainda andavam; contudo, o atual comandante (Ten Cel Bm Paulo Roget de Araújo Marques) não só não conseguiu sustentar a posição, como ainda se deixou envolver pelos encantos do Subtenente BM Pagani, que trabalha na parte administrativa do grupamento, ( Ele é o sócio do Ten Cel BM Ronaldo Barros na empresa de guardião e produtos de piscina Pool Rescue ), que por sua vez, nutria uma rixa com alguns dos tripulantes mais antigos. 
Em seu jogo de persuasão temos entrega regular de produtos para piscinas na residência, manutenções, caronas, empréstimos, viagens ao exterior, transações envolvendo automóveis e motocicletas importadas. Coisas nojentas para se utilizar e influenciar o comandante a prejudicar quem se quer.

4 - Resultado da "babaquice" acima: foram transferidos, de uma só vez, cinco dos mais qualificados tripulantes (todos com mais de dez anos de atividades de salvamento com aeronaves) sendo substituídos por cinco outros recém formados em um curso com pouquíssima parte prática (todos com menos de 10 horas e vôo, sendo bem generoso, e que com a atual postura de não investimentos em aeronaves, não voam, ou seja, não treinam). 
Essa atitude do comandante, que se aproveitou de quando cobria férias de seu superior hierárquico, gerou uma comoção interna tão grande, a ponto de comprometer o emocional dos demais bombeiros que ficaram; e vivem constantemente coagidos com as mesmas ameaças de transferência, quando questionam sobre as substituições que comprometeram significativamente o grau de maturidade e experiência das equipes.

5 - Para além das responsabilidades do comando geral em não investir, a atenção dos pilotos ao serviço (que hoje só podem ser oficiais - restringiram essa função baseados no Rquero) é dividida com a possibilidade de trabalhos extras (piloto comercial) que o cmt de aeronave, com determinadas horas de voo, pode realizar - os salários são vultosos. (quem é bombeiro e serve no GOA, tendo o curso de piloto, computa horas de voo sem precisar pagar pelas mesmas, pois estão voando a serviço. Um negoção). Têm impulsionado alguns co-pilotos à praticas extremamente perigosas para toda a guarnição. 
Eles computam horas de voo não voadas, "para esquentar a carteira como se diz na gíria" demonstrando terem mais experiência do que e fato têm, deixando os tripulantes atemorizados porque no futuro bem próximo esse co-piloto será o comandante do socorro.

A ousadia e irresponsabilidade é tamanha que já ocorreram dois incidentes com a aeronave sob o comando de um desses co-pilotos.
Em um dos casos, a aeronave quase entrou em ressonância durante um pouso desastroso na sede, na Lagoa. Num outro mais grave, esse Major BM, Co-piloto, na ocasião quis dar uma de fiel (aquele que fica meio pra fora do helicóptero auxiliando o piloto, vendo se há obstáculos próximos) deixou com que a aeronave porrace na copa de uma árvore cortando os galhos. Por pouco ela não caiu matando todo mundo, tudo foi abafado porque contou com o apoio do oficial de segurança que não fez relatório sobre o ocorrido, escondendo a banzerada.

Saldo da irresponsabilidade: As pás da hélice danificadas enviadas para análise tem um custo de U$$ 50.000 dólares cada uma, ou seja, R$ 500.000 reais as três. 
E o mais grave, essa mesma aeronave, CBM 03, não tem apenas as pás como prejuízo, o pior é que o conjunto de transmissão do rotor principal e do rotor de cauda está aguardando os engenheiros da Helibrás para avaliarem os danos, e provavelmente assim como as pás será condenado. 

6 - Situação das aeronaves hoje (05/05): Das quatro que possuímos 2 estão operando e duas baixadas ( UMA PELA QUASE QUEDA ESTÁ AGUARDANDO OS ENGENHEIROS DA HELIBRAS NO HANGAR DA LÍDER AO LADO DO GOA e a outra está pintando em Brasília)
A da saúde é utilizada somente para táxi aéreo do governo e também do comando geral.

Lamentavelmente esse é o cenário que este maravilhoso instrumento de salvamento (GOA) se encontra: 

- Sem investimento do comando geral por falta de visão de progresso e modernização (pensando na melhor das hipóteses). 

- O comandante do grupamento confuso influenciado por babaquices entre homens barbados.

- Co-pilotos espertalhões que estão se dando bem fraldando horas de voo. Outros que por pura irresponsabilidade de querer desempenhar uma função que não lhe compete danificando um equipamento custoso que salva inúmeras vidas.

- Guarnições de socorro temerosa por ter que num futuro próximo, correr o risco de voar com um piloto que forjou suas horas de voo. 
Coagida pelas ameaças de transferências, abalada pela forma injustificada com que transferiu 5 profissionais experientes, os substituindo por novatos, gerando uma insatisfação entre seus pares e superiores.

- Novos tripulantes que não treinam para que as aeronaves não somatizem horas de voo, evitando com isso gastos em manutenção.

Ou seja, desarmonia total com iminente possibilidade de outros incidentes, juntamente com a perda por parte da população da qualidade do serviço, que sempre foi prestado com excelência.

A nós coube apenas encaminhar todos os fatos aqui relatados, e outros que ainda estamos avaliando se daremos publicidade ao ministério Público Estadual.


QUE ESTE COMANDO NÃO MATE O GRUPAMENTO OPERACIONAL AÉREO 
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

segunda-feira, 4 de maio de 2015

CBMERJ X SAMU

VEREADOR MARCIO GARCIA MOSTRA NA CÂMARA MUNICIPAL DO RJ A VERDADE DO SAMU DENTRO DO CBMERJ .






DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO 

COMANDANTE DO COMPLEXO DE ENSINO ENGAJADO NA SEGURANÇA DOS BOMBEIROS

Após o alerta feito através deste canal, na semana passada, sobre a situação a qual encontrava-se os bombeiros do complexo de ensino, o comandante do mesmo, Ten Cel Mauro Jorge, desde então, não poupou esforços para melhorar a segurança dos mesmos.


Primeiras medidas: Estabelecimento de uma nova rotina visando garantir a integridade de quem circula pelo complexo.



Reparo imediato do portão que dá acesso a estrada do Camboatá.



Restauração das instalações do corpo da guarda, coordenada pelo próprio comandante.





Depois de todo o exposto, cabe-nos apenas agradecer ao Ten Cel Mauro Jorge pela sensibilidade e rapidez com que respondeu a solicitação dos companheiros, que são linha de frente no acesso às instalações do CECS.

Nossas esperanças se renovam quando nos deparamos com atitudes como estas. Simples, porém, que demonstram zelo por sua equipe de trabalho; e de que há muitos comandantes em nosso meio que são conscientes do importante papel que desempenham a frente do grupo que lidera.

As notícias que chegam são de contentamento e apreço por este Ten Cel Bombeiro; acessível, humano ante às necessidades básicas que fazem a diferença no dia dia do serviço, que se refletem no melhor atendimento, seja para com outro colega bombeiro, e principalmente para com nosso alvo principal que é a população.

Parabéns para equipe que está na coordenação do complexo de ensino sob o comando do Ten Cel Bm Mauro Jorge.   

domingo, 3 de maio de 2015

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MILITARES ESTADUAIS TÊM DIREITO A LIVRE MANIFESTAÇÃO

Vitória! Justiça confirma: O direito da livre manifestação dos militares estaduais.

Associação de bombeiros e policias do Paraná ratifica junto a justiça o direito do militar estadual a livre manifestação.




Associação de Praças do Estado do Paraná, pessoa jurídica de direito privado, reconhecida e declarada como Entidade de Utilidade Pública, sem fins lucrativos, regidas por normas de direito privado, não considerada militar, vem, respeitosamente perante todos os Profissionais de Segurança Pública do Estado do Paraná, informar que:

Contato: 41 – 9997-0871
juridico@aprapr.org.br



Dr. Davi da VAJME/PR da uma aula sobre o direito da livre manifestação dos militares estaduais, fruto do HABEAS CORPUS protocolado pela Entidade.

01. Observe as principais considerações elencadas pela Entidade no Habeas Corpus da relatoria do Magistrado:

“A respeito do que consta na petição inicial, é certo que a Constituição Federal garante aos cidadãos, civis ou militares  o direito à livre manifestação, conforme artigo 5° IV da Carta Magna.

A questão da livre manifestação do pensamento foi tratada como um direito e garantia fundamental do indivíduo, verdadeiro tesouro para o exercício da cidadania e preservação da dignidade da pessoa humana (art. 1º I e II da CF).

O legislador constitucional consagrou algo que é da essência de qualquer ser humano, o que seja, o livre pensar. Interpretando a contrário senso, temos como regra geral, a repulsa da sociedade brasileira à implementação de instrumentos de controle e censura da manifestação do pensamento.

Negar ao homem o direito de pensar é algo tão odioso quanto inútil, eis que é do espírito humano pensar, é da natureza dos seres vivos ser livre.

O D. Juízo faz as considerações sobre os direitos básicos de cidadão dos policiais e bombeiros militares:

“Embora o militar exerça função importante de caráter especialíssimo, regido pelos princípios da hierarquia e disciplina, não pode ter relegado seus direitos básicos de cidadão.”

E segue, agora com a vedação de atos grevistas, e não da manifestação pacífica e ordeira em busca de direitos legítimos:

“O que a Constituição da República veda aos militares é a greve (art. 142, parágrafo 3°, inciso IV), o que difere da manifestação do pensamento de forma pacífica e ordeira que não prejudique a prestação do serviço público, em busca de direitos que julgam legítimos ou contra abusos de autoridades constituídas.”

O Magistrado comenta sobre situações que não devem ser justificativas para instauração de procedimentos persecutórios:

“De modo que as manifestações, ainda que críticas, que sigam um padrão de civilidade e razoabilidade, expostas pelos meios de comunicação hoje disponíveis (Facebook, whatsapp, etc.) não devem justificar a instauração de procedimentos persecutórios.”

E ainda, comenta sobre a inadmissibilidade de perseguições posteriores com a instauração de procedimentos disciplinares ou criminais pelo simples fato de participarem de atos públicos pacíficos e ordeiros:

“Da mesma forma seria inadmissível aceitar eventuais perseguições posteriores com a instauração de procedimentos disciplinares ou criminais contra militares, pelo simples fato de terem participado de atos públicos ordeiros.”

A Constituinte também aparece como previsão legal que autoriza a reunião pacífica e em local aberto ao público:

“A própria Constituição da República em seu art. 5º, inciso XVI, prevê a possibilidade de reunião pacífica e em local aberto ao público:

“XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;”

Devemos preservar a dignidade daquele que tem o direito de expressar-se livremente, bem como da pessoa natural ou jurídica que venha a ser ofendida pelo desmando do pensamento exposto. Assim, obviamente, entre os abrangidos pela tutela de proteção da norma constitucional, que rechaça a violência e a agressividade da linguagem, estão as Praças, os Oficiais (Comandantes ou não) e a própria honrosa Polícia Militar do Paraná.

Somente com esta cautela poderemos construir uma sociedade livre, justa e solidária, promovendo o bem de todos (grifei) (art. 3º I e IV da CF).”


02. Como visto, as considerações do Magistrado alicerça o direito de livre manifestação dos bombeiros e policiais militares, os quais devem pautar o exercício de seus direitos 
conforme balizas jurídicas constitucionais supracitadas. 
A Entidade tem o dever de reiterar para seus filiados, e também para toda classe policial, que os direitos fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, também são extensivos a classe dos militares estaduais, devendo ser alimentados diariamente, com o intuito de buscar a politização da classe policial, posto que integram e também fazem parte da Sociedade.
Fonte: http://www.aprapr.org.br/2015/04/24/justica-confirma-militar-e-livre/



É para esse tipo de conquista que nos organizamos em associações. Venha fazer parte da construção desta família.



Associação S.O.S. Bombeiros
Rua General Sezefredo, 168 
- Realengo Rio de Janeiro-RJ
Telefone: (21)3281-0130
Aberto das 09:00 às 17:00.