quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Caso Amarildo põe na berlinda a Segurança e projeto das UPPs no Rio

 
O indiciamento de mais 15 policiais militares no caso da tortura e desaparecimento do pedreiro Amarildo, na Rocinha, coloca definitivamente na berlinda o projeto de Unidades de Polícia Pacificadora em comunidades do Rio. No total, 25 PMs são acusados no caso, entre eles o próprio ex-comandante da UPP, major Edson Santos.
 
Os crimes incluem tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual. Depoimentos indicam que Amarildo sofreu choques, asfixia e afogamento. Apurações apontam que o local do crime foi meticulosamente limpo, e telefonemas estrategicamente forjados para tentar desviar os rumos das investigações. Tudo isso envolvendo 25 policiais de uma unidade que deveria estar no local para restabelecer a ordem e a segurança.
 
Como fica o projeto após este escândalo vir à tona numa das principais e mais emblemáticas favelas do Rio? Que tipo de relação a cúpula da Segurança no governo espera que os moradores da Rocinha tenham com PMs? De respeito? De reconhecimento da autoridade? Como fica a imagem da bandeira hasteada no topo da favela, simbolizando que naquele local o estado está presente e atuante?
Bandeiras do Brasil e do Estado do Rio são hasteadas na Rocinha, após ocupação em 2011
Bandeiras do Brasil e do Estado do Rio são hasteadas na Rocinha, após ocupação em 2011

É preciso repensar urgentemente as UPPs, que na sua essência trazem princípios importantes, mas na prática se mostram muito distantes de uma política verdadeiramente pacificadora. Se uma guinada radical e profunda não for dada agora, o projeto, que prometia novos tempos para o Rio, ameaça naufragar assim como já aconteceu com a própria popularidade do governador do Estado.

Jornal do Brasil

SOS BOMBEIROS: Há tempos estamos denunciando nesse site sobre o processo de "FARSIFICAÇÃO" implantado nas comunidades do Rio de Janeiro, e como a população estava sendo enganada por um projeto estritamente politico que ao invés de diminuir a criminalidade, estabelecia acordos com traficantes para restringir a ostentação de armas de fogos, em troca da não proibição da venda de entorpecentes. Eis acima a resposta, além de não prender nenhum bandido, não levar qualquer tipo de ação social aos moradores, agentes do estado estão envolvidos diretamente com a tortura e morte de um morador na comunidade da Rocinha. Quantos "Amarildos" não sumiram ao longo desses anos de enganação? A população e os bombeiros querem distância desse governo corrupto e  intransigente.
 
JUNTOS SOMOS FORTES! 

Um comentário:

  1. Quando não gostamos de sermos criticados ou que falem mal do próximo,temos que mostrar sinceridade em nossas ações e palavras,então viemos criticar sim a postura do Cabo Daciolo,pois como foi parar em Bangu 1 e hoje em dia parece que vem fazendo acordos com o Governador Sérgio Cabral e o Pezão,não é e nunca será justo vermos todos lutando por Dignidade e nestes momentos o mesmo indo de encontro com aquele,que chamou os Bombeiros de Vândalos,os Professores de Vagabundos e os Médicos de Preguiçosos,batendo nos Profissionais que merecidamente só querem viver Dignamente,atenção Tropa,infelizmente o Daciolo está parecendo um artista.pois se faz Sensacionalista e tadinho,parece que está enganando a todos,se não quer seguir com a Tropa que Deus te Abençoe e não nos desampare,pois Juntos Somos Fortes.Pois o Movimento SOSBOMBEIROS está acima de qualquer interesse seja lá de qual Militar for.Juntos Somos Fortes.

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