sábado, 5 de outubro de 2013

PRISÃO DECRETADA

O cerco está se fechando contra os policiais 10 policiais envolvidos no caso amarildo



Os policiais militares vão responder pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver. Os acusados são Edson dos Santos, Luiz Felipe de Medeiros, Jairo da Conceição Ribas, Douglas Roberto Vital Machado, Marlon Campos Reis, Jorge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinícius Pereira da Silva, Anderson César Soares Maia, Wellington Tavares da Silva e Fábio Brasil da Rocha
Fonte: Brasil 247


Major, tenente, sargento e dez soldados se entregam após prisão decretada


Extra online

Dez policiais, entre eles o major Edson Santos, ex-comandante da UPP da Rocinha, acusados de torturar e matar o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, se entregaram ontem, após terem prisão preventiva decretada pela Justiça.
Os policiais são acusados da morte do ajudante de pedreiro e vão responder pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver. Amarildo desapareceu no dia 14 de julho, após ser levado à sede da UPP da Rocinha para verificação. Além do major, tiveram a prisão decretada o tenente Luiz Felipe de Medeiros, o sargento Jairo da Conceição Ribas e os soldados Douglas Roberto Vital Machado, Marlon Campos Reis, Jorge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinícius Pereira da Silva, Anderson César Soares Maia, Wellington Tavares da Silva e Fábio Brasil da Rocha.
A juíza responsável pelo caso decretou as prisões por entender que a conduta dos acusados prejudicava o andamento do caso. No dia 18 de julho, um dos policiais teria forjado uma conversa telefônica para responsabilizar traficantes pelo crime. Sabendo que a ligação era monitorada, o policial teria usado o telefone de um morador da comunidade para se passar por um traficante, assumindo o crime.
Ontem, durante coletiva de imprensa na Divisão de Homicídios (DH), o delegado Rivaldo Barbosa disse que no inquérito que apurou o desaparecimento de Amarildo de Souza, há depoimentos de 22 pessoas que foram torturadas por policiais da UPP da Rocinha desde março.

Rivaldo informou, no entanto, que não há provas técnicas de que Amarildo tenha sido torturado, mas ele teria sido vítima porque os policiais buscavam informações sobre um paiol do tráfico. O delegado revelou ainda que um dos indícios do envolvimento dos policiais no crime é uma conversa por telefone do major Edson, ex-comandante da UPP, com o soldado Douglas Vital Machado, que também está denunciado.

SOS BOMBEIROS: Lamentamos profundamente este caso, que as investigações esclareça tudo que ocorreu de fato e de um pouco de paz para os familiares e amigos deste homem, Amarildo.



6 comentários:

  1. tudo por Gratificações,PMERJ,quando suja,eles tiram da reta,ordens absurdas não se cumprem,agora peçam ao Cmt Geral e o governador,para lhes tirar dessa furada,ainda ficam batendo nos professores,aqueles que na verdade teriam que agradecer,pois se hoje são PMERJ,agradeçam aos mestres,Todo Ser humano que tem consciência temos que agradecer aos Professores,nossas primeiras leituras e conhecimentos.VALEU PMERJ,agora chupem essa manga azeda,ainda jogando fogos de cima do telhado da Câmara dos Vereadores,estão envergonhando os bons Policiais.

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  2. Dignidade!!!! condiçoes de trabalho e combate as ilegalidades , isso nao tras benficios a maior parte da banda.

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  3. Que isso Seu Beltrame? Cadê a Anistia? Alô MP!!!!!

    Advogada diz que comando da PM não cumpre a Lei da Anistia

    Volta Redonda
    A advogada Daniela Corrêa Grégio Leite denunciou neste final de semana que o comando da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro ainda não está cumprindo a Lei Estadual da Anistia. Por isso, alguns agentes que foram expulsos na greve de fevereiro de 2012 ainda não conseguiram ser reintegrados à corporação.
    Segundo Daniela, os policiais que ela conseguiu reintegrar à PMERJ foram por decisão judicial e não pelo decreto da anistia. Ele explicou que apenas o Corpo de Bombeiros vem acatando o decreto e reintegrando seus militares que foram expulsos durante a paralisação da categoria.
    - Quase todos os policiais militares expulsos por causa da greve conseguiram ser reintegrados por decisão judicial. Conheço dois policiais que continuam excluídos, mas não são clientes meus. A PM está se mantendo em silêncio depois que a anistia foi publicada, e simplesmente não se manifestou quanto a esta questão, o que é um absurdo e uma injustiça - disse a advogada.
    Daniele, que é especialista em processos disciplinares na esfera militar, disse que a presidente Dilma Rousseff (PT) concedeu anistia (perdão a eventuais punições aplicadas) a policias e bombeiros. Segundo ela, a anistia foi concedida por meio da Lei 12.843/13.
    Na época, govenador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), também concedeu a anistia a PMs e bombeiros do estado após o decreto da Lei estadual nº 6.499\13. Ainda de acordo com ela, o Corpo de Bombeiros, em ato próprio, reintegrou seus militares expulsos em ato publicado no boletim nº 156, de 26 de agosto deste ano.
    A advogada relembrou que alguns dos líderes do movimento chegaram a ficar presos no presídio Bangu I durante o movimento grevista, mesmos sendo militares com direito a prisão especial. Muitos deles - que reivindicavam melhores salários e condições de trabalho - foram submetidos a processo disciplinar e, ao final, foram expulsos das duas corporações.
    A advogada de alguns policiais que foram expulsos conseguiu a reintegração de seus clientes. Após a liminar concedida pelo Juiz Flávio Pimentel, da 1ª Vara Cível de Volta Redonda, o precedente foi aberto e outros policiais conseguiram também decisões judiciais favoráveis.
    - Após muita luta na Justiça e graças à intervenção de parlamentares, foi concedida pela presidente Dilma a anistia a policiais e bombeiros. O governador Sérgio Cabral trilhou o mesmo caminho e concedeu também anistia administrativa. A PM ainda não se manifestou sobre esse decreto e, por isso, alguns policiais continuam excluídos - lamentou Daniela.
    Na tarde de sábado, o DIÁRIO DO VALE entrou em contado com a Coordenadoria de Comunicação Social do PM, no Rio, e foi informado que a assessoria de imprensa não dá expediente no fim de semana.

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  4. A Anistia é para ver o quanto o cmt da pmerj,está muito preocupado com os senhores,Praças.Se cuidem e acordem,senão vão continuar a serem olhados,com desdém pelo cmt o governador.

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  5. Não podemos acusar ninguém até que se tenham provas,

    Mas e se for isso que aconteceu, fico me perguntando:

    QUAL A MOTIVAÇÃO?


    DE QUEM PARTIU A ORDEM?

    O QUE QUERIAM COM O AMARILDO?

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  6. Vem cá, não tinha uma fem na viatura???

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