quarta-feira, 6 de novembro de 2013

OUTRO PONTO PARA AS PROVAS PROFISSIONAIS

O placar não para de crescer... O primeiro ponto foi marcado já no último domingo, quando a população carioca foi exposta ao risco, e os guarda-vidas de serviço na Barra da Tijuca, naquele dia, ficaram sobrecarregados devido a dispensa de 8 militares por estarem se dedicando com afinco aos treinamentos. 

Depois a escala de serviço do CBA II / Serrana caiu para 24x48 para que os militares participem das competições, e agora outra situação acaba de ser informada.



Relato de uma testemunha ocular:
"Bradou ambulância para um operário da Obra no Entorno da Praça da República (Campo 
de Santana), 

Após o prédio do Tribunal de Contas, cidadãos pediram socorro no COCB.

A ambulância foi acionada na boca de ferro, 

As viaturas do trem de socorro estavam baseadas na Rua do Senado, 

e mesmo com os portões abertos não puderam atravessar o pátio do QCG/GOCG para 

NÃO ATRAPALHAR O TREINAMENTO DAS PROVAS PROFISSIONAIS!!!! ABSURDO!!!!

E mais uma vez a população sofre com a omissão por parte dos Comandantes do CBMERJ!!!"


SOS BOMBEIROS: Tirem suas próprias conclusões!

8 comentários:

  1. Nada que eu posto no blog entra. E eu só falo verdade!

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  2. Enquanto estão envolvidos nas provas profissionais,minha esposa está vegetando na cama,pois entrou no Hcap com Saúde e está acamada por vírus pegou de repente no Hcap,e o bombeiro que se acidentou de moto,foi operado no Albert em Realengo e não querem transferir o mesmo para o Hcap,e pasmem o referido Militar é do Hcap,parece que estão escondendo algum vírus que possa estar circulando no Hospital no Rio Comprido,alô vigilância sanitária,tem algo muito errado,hoje sofremos nossas dores e dos familiares sem ter para onde correr.Continuem batendo palmas nas provas profissionais e a verdade que estão escondendo são muito mais graves que todos imaginam.Eu,minha sogra e minha Mãe não sabemos a quem mais recorrer.Salvem os Bombeiros e seus Familiares.

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  3. Pelo amor de Deus. estamos jogando tudo o que vem na cabeça para reclamar. Irmãos estamos chegando as raias da loucura e da irresponsabilidade.

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  4. esse Simões tem que ser exonerado.

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  5. NADA MUDOU APÓS 157 ANOS. ISSO MESMO NADA MUDOU, ESTÁ REGISTRADO NOS ANAIS DO MUSEU HISTÓRICO DO CBMERJ COMPANHEIROS !

    " O contingente que constituía os combatentes da época era de homens já com suas ocupações definitivas e não recebiam qualquer gratificação pela função de bombeiro. Essa condição impedia uma dedicação exemplar por parte desses homens, que muitas vezes tinham de avançar noite adentro combatendo incêndios. Não convinha a Moraes Antas dispor de pessoal desmotivado, principalmente os bombeiros do Arsenal de Marinha, cujo horário de trabalho era muito mais extenso, até porque, a partir de então, seriam especialistas em combate a incêndio e precisavam ser reconhecidos nessa nova condição. Essa insatisfação começou a prejudicar o serviço. Os bombeiros do Arsenal já não se dedicavam como antes, e até as chamadas "bombas portáteis de incêndio", todas pertencentes àquele Arsenal, passaram a ser transportadas com morosidade. Isso trazia um descrédito para o Corpo de Bombeiros. Para contornar a disciplina funcional, suprir as necessidades de serviço e satisfazer os anseios dos bombeiros, Moraes Antas oficiou ao Ministro da Marinha expondo a necessidade de uma gratificação para os bombeiros, principalmente os artífices, que exerciam função dupla. Ficou então estabelecido que cada bombeiros receberia "uma gratificação de 200 reis por jornal'' (jornada de trabalho, diária de serviço).

    É interessante expor que a função administrativa estava relacionada a alguns encargos do chefe de Polícia da Corte, mas certamente esse procedimento é creditado primeiro à condição "provisória" do Corpo de Bombeiros; em segundo, à experiência de uma corporação mais antiga, como a Polícia da Corte, e à missão paralela com o mesmo objetivo, que já era proteger a população e seus bens ou pelo menos minimizar seu sofrimento.

    Nove meses após sua nomeação, mais exatamente em 13 de março de 1857, Moraes Antas oficiou ao Conselheiro Dr José Thomaz Nabuco de Araújo, então Ministro da Justiça, informando já ter organizado o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte. Este relatório encontra-se sob a guarda do Arquivo Nacional e constitui-se em um marco sobre o qual se construiu um império de bravura e desprendimento.
    LEIA MAIS AQUI: http://www.museu.cbmerj.rj.gov.br/modules.php?name=Content&file=print&pid=116

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  6. TEM MAIS AQUI COMPANHEIROS, MUITO PERTINENTE, E AGORA COM A ANUÊNCIA DO COMANDANTE GERAL DO CBMERJ.

    " A aplicação de severas punições por atraso à corrida levou os socorros a atravessar os portões do Casarão Vermelho até no máximo 40 segundos após a confirmação do aviso, como havia sido estabelecido em 1913, quando foi implantada oficial e definitivamente a tração mecânica no Corpo de Bombeiros. Antes, não obstante a tração animal, o processo era completado em um minuto e vinte segundos, dentro do seguinte esquema: ao sinal de alarme dado pelas campainhas seguido pelo toque de corneta, os bombeiros se deslocavam de onde estivessem até as viaturas (carroças), atrelavam o muar ou muares que descansavam ao lado (a maioria das carroças, por serem pesadas, utilizavam dois animais), afivelavam as amarras, acendiam o carvão do borralho para aquecer a água da caldeira que proporcionava vapor para fazer funcionar os pistões da bomba ao chegar ao local do sinistro e conferiam os registros e fechos. Em seguida, o cocheiro subia na boléia e tocava os animais em direção aos portões. Quando o sinistro ocorria à noite, o auxiliar da guarnição deveria ainda acender os archotes, introduzilos na parte inferior das lanternas existentes junto à boléia e ali fixá-los com auxílio de grampos. Isso em no máximo um minuto e vinte segundos. As exceções ficavam por conta do muar, que por vezes empacava, recusando-se sequer a se mover, mesmo depois de instigado. No caso de o animal ter empacado, o bombeiro condutor não era considerado culpado pelo atraso, mas mesmo assim não escapava de séria reprimenda, por deixar de conduzir o carro em direção ao sinistro.

    O bombeiro militar moderno não sofre mais esses contratempos. Dado o sinal de alarme, o socorro sai do quartel em menos de um minuto. Dependendo das condições de tráfego, pode levar pouquíssimos minutos para chegar ao local do sinistro. As ambulâncias do GSE que fazem atendimento de emergência em acidentes na via pública e nas estradas chegam ao local no tempo que preconiza a Organização Mundial de Saúde, que é de nove minutos.

    Hoje, os novos meios de comunicação utilizados, as modernas viaturas, os sofisticados equipamentos de proteção

    e combate a incêndio e ainda os bombeiros mais bem preparados são fatores importantes tanto para a redução do tempo de

    chegada quanto de extinção de incêndios, busca e salvamento, ou seja, de atendimentos a sinistros de maneira geral. "

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  7. antigamente eu mandava postagem e sempre colocava ja mandei mais de vinte e ate agora nada sou reformado arumei na minha familia mais de 17 votos para marcio ja estou ficando revoltado com voceis sera voceis estao entrando no balaio de gato do central no começo era uma uniao agora e bagunça so que esta avendo se continuar eu nao voto em mais niguem antes nunca votei em safado nenhun do central pelo geito que esta indo nao vou votar mais em vocei que que esta acontesendo com daciollo e marcio garcia

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  8. PARABENS aos bombeiros que participam dos jogos,pena que quem ganha a MEDALHA E A SELMINHA.
    POLITICA E MOMENTO,MAS A CULPA DISSO TUDO E DO GAROTINHO COM O CEL.PAULO,SE A TROPA DECIDIR APOIA-LO PARA GOVERNADOR,TUDO BEM,POREM FICAREMOS DE OLHO.ESTAMOS DE SACO CHEIO DE PROMESSAS,TODOS AS PROMESSAS TERAO QUE SER PROTOCOLADAS EM CARTORIO,POIS SE NAO FOREM CUMPRIDAS,VOLTAREMOS AS RUAS PARA ARREBENTAR COM O NOVO GOVERNADOR,SEJA ELE QUEM FOR.

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