terça-feira, 30 de junho de 2015

LEI QUE PROÍBE PORTAR ARMA BRANCA ESTÁ EM VIGOR




Em nosso país o que não nos falta são leis. País que se rotula como pátria educadora precisa de leis como a de vagões especial para mulheres nos coletivos, leis para reservar lugares aos deficientes físicos, gestantes e idosos, lei de cotas raciais e agora lei para os que não utilizam de forma correta uma faca.

Esse tipo de lei só nos prova que de pátria educadora temos somente o nome.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

ANTEPROJETO DE LEI QUE SERÁ APRESENTADO AO GOVERNADOR PEZÃO - PARTE III

Dando continuidade, de maneira sequencial, a exposição em trechos da proposta que fora construída a partir das reuniões conjuntas da comissão de segurança pública da ALERJ, mais representantes das corporações (PM E BM) e de classe, para compor o novo código de ética dos militares estaduais.


A exposição para críticas visa a participação de todos que entendem ser importante discutirmos um possível novo regulamento disciplinar.




Capítulo II

Das Transgressões Disciplinares

Seção I

Definição


Art. 17. Transgressões disciplinares são as ofensas concretas aos princípios da ética e aos deveres inerentes às atividades das corporações militares estaduais, objetivamente especificadas neste código, distinguindo-se das infrações penais, consideradas violações dos bens juridicamente tutelados pelos códigos penais – comum ou militar.

§ 1º No concurso de crime e transgressão disciplinar, quando forem da mesma natureza, somente será apurado eventual aspecto disciplinar depois de esgotada a apuração do crime - não sendo devida a instauração de procedimento administrativo-disciplinar para apreciação concomitante do mesmo fato.

§ 2º Existindo, no fato objeto de apuração como crime, circunstância residual que configure transgressão disciplinar, esta somente será apreciada, para efeito de punição disciplinar, após o trânsito em julgado do processo criminal.

§ 3º Ante a presença de crime militar próprio, aqui definido como infração penal prevista, exclusivamente, no Código Penal Militar e passível de ser praticado somente por militares – o fato não será objeto de apuração na esfera administrativa, exceto para a aplicação de exclusão e licenciamento a bem da disciplina ou, ainda, da perda de posto, patente ou graduação.

§ 4º Após o encerramento do processo criminal, tendo sido o militar absolvido em face da acusação da prática tipificada na legislação penal, civil ou militar, não será aplicável qualquer sanção disciplinar, pelo mesmo fato, mediante a imputação de transgressão disciplinar genérica, que não seja clara e especificamente amoldada às condutas previstas no presente diploma e cuja participação do militar não possa ser comprovada, individualizada e detalhada.
§ 5º Não será considerada transgressão disciplinar conduta pela qual tenha sido o militar absolvido judicialmente – independente dos motivos ou causas mencionados na parte expositiva da sentença – devendo ser, portanto, reconhecidos os efeitos de toda e qualquer sentença absolutória. Tal não elide, entretanto, a possibilidade prevista no § 2º deste artigo, referente à apreciação disciplinar de transgressão residual ou independente de fato tipificado como crime e objeto da sentença absolutória.


Seção II

Competência para a Aplicação de Sanções Disciplinares

Art. 18. A competência para aplicar as sanções disciplinares contidas nesta Lei decorre do cargo e não do grau hierárquico, sendo conferida às seguintes autoridades:

I - o Governador do Estado, a todos os Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro, sujeitos a este código;

II - o Secretário de Estado de Segurança Pública, a todos os Policiais Militares sujeitos a este código;

III – o Secretário de Estado de Defesa Civil, a todos os Bombeiros Militares sujeitos a este código;

IV - os Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, a todos os militares das respectivas corporações, sujeitos a este código, que estiveram sob o seu comando;

V - os Chefes dos Estados-Maiores Gerais e Corregedores das corporações militares estaduais a todos os militares das respectivas corporações sob a sua subordinação, exceto para a aplicação da medida cautelar disciplinar prevista no Art. 43 deste código;

VI – os Subchefes dos Estados-Maiores e os Ajudantes Gerais, aos que estiveram sob suas ordens, exceto para a aplicação da medida cautelar disciplinar prevista no Art. 43 deste código;

VII - os Comandantes Intermediários, os Diretores dos Órgãos de Direção, os Comandantes, Chefes e Diretores de organizações militares, aos que servem sob suas ordens e em organizações militares subordinadas;

VIII - os Subcomandantes de organizações militares, Chefes de Seção, de Serviços e de Assessorias, cujos cargos sejam privativos de oficiais superiores, àqueles que lhes sejam subordinados, exceto para a aplicação da medida cautelar disciplinar prevista no Art. 43 deste Código;

IX - os demais Chefes de Seção, Comandantes de Subunidades Incorporadas e Destacadas, aos militares sob suas ordens, exceto para a aplicação da medida cautelar disciplinar prevista no Art. 43 deste Código.

§ 1º A competência conferida aos Chefes de Seções de Órgãos de Direção é extensiva aos Chefes de Serviços e de Assessorias, limitando-se, contudo, às ocorrências relacionadas com as atividades inerentes ao serviço de suas respectivas repartições.

§ 2º A competência para imposição das sanções aplicáveis a militares inativos, nos casos expressos neste código, será exclusiva das autoridades previstas nos incisos I, II, III e IV deste artigo.

§ 3º Quando a falta tiver sido cometida contra a pessoa do comandante da Organização Militar, será ela apreciada, para efeito de punição, pela autoridade a que estiver subordinado o ofendido.


Atribuições

Art. 19. Todo militar que tiver conhecimento de fato contrário à disciplina, deverá comunicá-lo ao seu superior hierárquico, mediante comunicação (parte), por escrito, no prazo máximo de setenta e duas horas, salvo impedimento justificado.

§ 1° A comunicação (parte) deverá ser formalizada por escrito, de forma clara, concisa e precisa, contendo os dados capazes de identificar as pessoas e coisas envolvidas, o local, a data e a hora da ocorrência e caracterizar as circunstâncias do fato, sem comentários ou opiniões pessoais.

§ 2º Nos casos de participação de ocorrência com militar de Organização Militar diversa, o responsável pela comunicação deverá ser notificado da solução dada no prazo máximo de 20 (vinte) dias úteis. Expirado tal prazo sem que haja comunicação das medidas adotadas, deverá o responsável pela participação comunicar tal abstenção à autoridade a que estiver subordinado.

§ 3° A autoridade a quem a parte disciplinar é dirigida deve dar solução, no prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis, cumprindo-lhe apurar os fatos, de acordo com o previsto neste código, salvo por impossibilidade devidamente fundamentada, hipótese em que será admitida a prorrogação desse prazo por até vinte dias úteis.

§ 4º Toda a documentação referente ao fato e sua apuração deverá ser arquivada, podendo ser fornecidas cópias autenticadas a todos os interessados, ressalvadas as restrições previstas em lei.

§ 5º A autoridade que receber a parte, não tendo atribuição para solucioná-la, deverá encaminhá-la imediatamente à autoridade com atribuição para decidir.

Art. 20. No caso de ocorrência disciplinar envolvendo militares de Organizações Militares distintas, caberá ao comandante do escalão ao qual estejam subordinados, apurar ou determinar a apuração dos fatos, após o que será proferida decisão. Caso as organizações tenham subordinações distintas, será competência do Corregedor da corporação determinar o responsável pela apuração dos fatos.

Art. 21. No caso de ocorrência disciplinar envolvendo militares das Forças Armadas ou militares de corporações distintas, as autoridades militares estaduais competentes adotarão as medidas disciplinares referentes aos militares a elas subordinados, informando aos escalões superiores sobre a ocorrência, as medidas decorrentes e o que tiver sido apurado - cabendo ao respectivo Comando-Geral dar ciência do fato ao Comando Militar envolvido.

SOS BOMBEIROS: A nossa participação neste processo é fundamental, por isso cada um de nós temos que ler cada artigo com toda calma e atenção. Trazendo as contribuições pertinentes à construção de um novo diploma que norteará as relações dentro e fora da caserna. 


Utilizem os comentários para apresentarem suas sugestões. Caso não seja o adequado faça por e-mail: SOSBOMBEIROSRJ2@GMAIL.COM 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

OS VELHOS PROBLEMAS DE SEGURANÇA NAS CASAS DE SHOWS

Vistoria revela falhas na segurança de nove salas de teatro e aponta risco para o público


ONG Proteste avaliou 14 itens e constatou problemas graves, como sinalização deficiente e falta de barras antipânico em portas

POR SIMONE CANDIDA




RIO — A segurança de dez teatros do Rio foi avaliada, e o resultado revelou que há falhas que podem prejudicar o programa. O teste foi feito em maio pela ONG Proteste: uma equipe de especialistas em segurança foi assistir a peças em cartaz em estabelecimentos do Centro e das zonas Norte, Sul e Oeste. Durante as visitas, foram avaliados 14 itens. Em nove casas, foram encontrados problemas, os mais preocupantes relativos à sinalização das saídas de emergência, das rotas de fuga e da localização dos extintores de incêndio. Por outro lado, todos foram aprovados na distribuição dos extintores, que também estavam dentro do prazo de validade. Além disso, portas e corredores estavam desobstruídos.

Para Carlos Confort, engenheiro e especialista em segurança da ONG, as vistorias mostraram que há risco para os frequentadores.

— Ficamos impressionados com alguns resultados. Um dos itens que mais tiveram problemas foi o da sinalização da rota de fuga, que só encontramos de forma eficiente em um teatro, o Miguel Falabella. Em vários deles, havia pontos cegos em relação a essa sinalização luminosa. Sete teatros tinham alguma falha — disse.

Foram visitados os teatros Net Rio e Gláucio Gill (ambos em Copacabana), Vannucci, Clara Nunes e dos 4 (os três na Gávea), Fashion Mall (São Conrado), Municipal e Maison de France (Centro), dos Grandes Atores (Barra) e Miguel Falabella (Cachambi). No Net Rio, apontou o teste, a sala principal não tem sinalização da rota de fuga. Além disso, a sinalização luminosa se restringe às saídas normais e de emergência. Uma falha que se repete no Clara Nunes, segundo a avaliação.

A falta de barras antipânico em portas de emergência foi verificada em três teatros: Vannucci, Fashion Mall e Municipal. Na opinião de Confort, esse é um dos itens que deveriam ser priorizados pelos estabelecimentos.

— As portas de emergência devem ficar fechadas, mas precisam ter um mecanismo que permita uma rápida e fácil abertura em caso de necessidade de evacuação da sala. Três teatros foram reprovados no teste porque neles não encontramos as barras nas portas de emergência. No Municipal, são usadas maçanetas nas portas. Na hora do desespero, isso não funciona. Temos, infelizmente, que lembrar a tragédia da boate Kiss, onde essa falha custou vidas — criticou Confort, referindo-se ao incêndio ocorrido em 2013 na casa noturna em Santa Maria (RS), onde 242 pessoas morreram.

FALTA DE AVISOS POR ALTO-FALANTE

Apesar de terem encontrado extintores de incêndio dentro do prazo de validade em todas as casas, as equipes alertam para falhas na disposição e na sinalização desses equipamentos. Há extintores de vários tipos, como os de água e pó químico. É preciso que eles sejam sinalizados corretamente, para não haver confusão na hora do uso. Se alguém emprega um equipamento de água na fiação elétrica, por exemplo, pode levar um choque.

Em sete dos dez teatros, informaram as equipes, não foram dados avisos e alertas por meio de alto-falantes ou vídeos. Essas mensagens são importantes, por informar o público, por exemplo, sobre a proibição de fumar e por indicar onde ficam as saídas de emergência. De acordo com a Proteste, apenas os teatros dos Grandes Atores, Municipal e Maison de France orientaram a plateia, por alto-falantes, sobre os dispositivos de segurança e os procedimentos de evacuação da sala em caso de emergência.

— Não podemos esquecer que, num caso de incêndio, há necessidade de esvaziar a sala rapidamente. É importante que a sinalização luminosa mostre as saídas e sirva de guia. Mas os alertas sonoros dados antes dos espetáculos complementam isso. Se você avisa onde ficam as portas, é um recurso a mais — disse Confort.

Na avaliação da ONG, uma das salas que mais expõem o visitante a perigos é a do Gláucio Gill. Entre todas as visitadas, foi a única com riscos considerados “potencialmente graves de acidentes”. De acordo com o resultado da vistoria, além da “sinalização quase inexistente na parte interna e dos (poucos) extintores sem identificação e obstruídos, a estrutura metálica do segundo andar está corroída e desgastada”. Foi constatado ainda que “a grade de proteção é vazada e oferece riscos tanto para pessoas sentadas na parte superior quanto para as do setor inferior”.

— No segundo andar, existe um parapeito muito baixo, e há risco de queda — alertou Confort.

Ainda segundo o teste, o Clara Nunes foi o único teatro reprovado em outros itens de prevenção de incêndio e pânico, como hidrantes, sensores de fumaça e botão de alarme.

A ONG também vistoriou oito teatros em São Paulo e seis em Salvador. Diante dos problemas encontrados, a instituição enviou na quarta-feira os resultados do seu estudo de segurança para as prefeituras e o Corpo de Bombeiros dessas cidades.

Teste semelhante já havia sido realizado em 2012. Para Confort, ocorreram alguns avanços em relação à situação constatada há três anos. Agora, por exemplo, existem mais salas com avisos de “proibido fumar” e indicando a lotação máxima.

No Rio, o Corpo de Bombeiros informou que vai se reunir com representantes das secretarias municipal e estadual de Cultura, para a criação de uma força-tarefa com o objetivo de verificar se há documentos pendentes em relação aos teatros administrados pelo poder público e pela iniciativa privada. De acordo com a corporação, não foi encontrado, por exemplo, o certificado de aprovação do Gláucio Gill.

A direção do Maison de France garantiu que segue a regulamentação e que todas as saídas de emergência são devidamente indicadas por sinal luminoso. Informou ainda que uma empresa especializada checa, duas vezes por ano, o funcionamento de todos os equipamentos. Afirmou também que tem uma placa com a lotação afixada junto à bilheteria.

O Teatro Fashion Mall informou que todas as portas de saída têm barras antipânico e que a sinalização da sala obedece às regras. Disse ainda que atende às normas legais de segurança e é alvo de vistorias anuais. De acordo com a direção, um novo vídeo com aviso para o público está sendo produzido.

A Secretaria estadual de Cultura, responsável pelo Gláucio Gill e pelo Municipal, informou que a primeira casa recebeu em março a certificação dos bombeiros e “foi plenamente” aprovada. Segundo a secretaria, o projeto aprovado pelos bombeiros para o Municipal “leva em consideração as peculiaridades de sua arquitetura e, portanto, não há obrigatoriedade de instalação de barras antipânico nas portas. Na sala de espetáculos, a maioria dos acessos do público é através de cortinas, e as poucas portas existentes não têm fechaduras”.

O Teatro dos Grandes Atores garantiu que tem “sinalização de saídas de emergência em conformidade com a legislação”. Segundo a direção, o estabelecimento foi recentemente vistoriado pelos bombeiros e recebeu a certificação. A casa nega que não tenha aviso de proibido fumar e diz ter um vídeo informando sobre a saída de emergência.

O Teatro Miguel Falabella informou que, desde março, exibe um vídeo informativo sobre as saídas de emergência antes de todas as apresentações. Com relação à capacidade da casa, uma nova placa foi afixada na bilheteria.

Por nota, os teatros Clara Nunes e dos 4 informaram que cumprem todas as normas de segurança do Corpo de Bombeiros. Disseram ainda ter placas sobre os tipos de extintores existentes nas salas. Sobre a falta de avisos sonoros, afirmaram haver funcionários durante as sessões indicando as saídas de emergência. No entanto, informaram que adotarão as mensagens por alto-falantes.

A direção do Teatro Vannucci negou que haja problemas. Já o Net Rio afirmou que cumpre as exigências previstas em lei, mas vai melhorar a sua sinalização.

Dias depois do incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas e feriu outras 680, em Santa Maria (RS), O GLOBO revelou que o Rio e Niterói tinham 49 espaços culturais públicos, entre eles 13 teatros, funcionando sem autorização do Corpo de Bombeiros. Na ocasião, em fevereiro de 2013, o governo do estado e a prefeitura do Rio decidiram suspender a programação artística em todos eles por um período de 20 dias. Dois anos após a tragédia, prefeitura e estado garantem que todos os espaços tiveram a situação regularizada. Porém, o Corpo de Bombeiros informou que, de oito teatros do município que constam em seu sistema, quatro estão em processo de autorização.

Dos quatro teatros do estado, os bombeiros não localizaram dados sobre o Gláucio Gill. O restante (Arthur Azevedo, Mário Lago e Armando Gonzaga) está em situação regular.

Conforme mostrou a reportagem, em fevereiro de 2013, o Teatro Carlos Gomes, o maior sob administração da prefeitura, estava com a autorização dos bombeiros vencida desde 2010. Hoje está com a certificação em dia.

Além dos teatros, a reportagem de 2103 mostrou que o Museu da Imagem e do Som, na Praça Quinze, administrado pelo estado, não tinha autorização para funcionar. Os bombeiros informaram na quarta-feira que não encontraram informações sobre o lugar em seu sistema. A Escola de Artes Visuais, no Parque Lage, que também não tinha autorização em 2103, está com seu processo de licenciamento em andamento. A Casa França-Brasil, citada na reportagem, já recebeu o certificado de aprovação

Segundo a Secretaria estadual de Cultura, os espaços fechados para vistoria em 2103 tiveram sua situação regularizada nos bombeiros. Já a Secretaria municipal de Cultura informou que contratou uma firma de prevenção de incêndios que providenciou os certificados de todos os teatros, bibliotecas e centros culturais do município.


PALAVRA DE ESPECIALISTA

A visão de Moacyr Duarte, pesquisador da Coppe/UFRJ e especialista em gerenciamento de risco

“Alguns estabelecimentos têm características históricas, que não podem ser mudadas. No entanto, diferentemente de uma casa de shows, o teatro tem uma característica diferenciada, com uma racionalização do cálculo da capacidade de público. Sendo assim, sem a violação do espaço e com mais controle, não há riscos de extrema gravidade. O mais importante é que haja prevenção. Os teatros devem ser bem inspecionados. A manutenção elétrica e de infraestrutura deve estar sempre em dia.”

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/vistoria-revela-falhas-na-seguranca-de-nove-salas-de-teatro-aponta-risco-para-publico-16548637


SOS BOMBEIROS: De fato este resultado deve representar a realidade de boa parte das edificações de reuniões de público de nossa cidade. Principalmente a dos prédios antigos no centro e zona sul.

Esse problema tem muitos ingredientes, vai desde  a atuação de bombeiros mal caráter e irresponsáveis que aprovam a segurança do estabelecimento conferindo-lhe o certificado de exigências por um bom preço, até os proprietários que após a aprovação, fazem modificações por conta própria visando somente o lucro.

A solução para isso é intensificar as fiscalizações nestas casas (teatros, boates, bares, cafés) antes que problemas graves ocorram e exponha negativamente o nome da corporação.

Infelizmente esse é um mal antigo em nosso meio, a vista grossa por conta de uma pratinha põe em risco a vida alheia. 

Alô comando Geral!!! 
Vamos acabar com a farra nas engenharias e colocar a turma pra fiscalizar. É o nome da Corporação que está sendo achincalhado!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

MAIS SEGURANÇA PARA O BOMBEIRO

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terça-feira, 23 de junho de 2015

OPORTUNIDADE DE SUA CONTRIBUIÇÃO CHEGAR A ADMINISTRAÇÃO DO CBMERJ

Alo Bombeiros! vamos finalizar as sugestões a respeito do planejamento institucional. Pois como podemos verificar na postagem do blog do Vereador Marcio Garcia, o mesmo é voluntário para encaminhá-las ao comandante geral. E assim tome oficialmente conhecimento das ideias da tropa.


Solicitamos que não repitam alguma sugestão, caso ela já tenha sido apresentada.

www.marciogarciarj.com.br/2015/06/criacao-do-gabinete-de-gestao-de.html

Selecionamos os comentários que continham ideias objetivas e viáveis a nossa realidade:

1 - Que os Militares do Interior e vice versa (este quando morando na Capital) não terem que se deslocar para o Interior, para fazer taf. E quanto a Saúde dos Militares longínquos da Capital terem unidades, seja Hospital e Policlínicas próximos a eles.E em relação aos mesmos,imagem o valor de cem reais do vale transporte e indo e vindo Interior Capital,,Capital Interior,com esse valor defasado.

2 - Implantação da carga horaria da Enfermagem para 30 horas semanais, correção das injustiças cometidas a qbpm 6 das turmas de 86 e 90 que ficaram 8 anos proibidos de fazer concurso interno após a criação e promoção a cabo em 1992.

3 - Acho de deveria haver um convênio com clínicas e/ou albergues de tratamento para dependência química, que deveria haver um programa que valorizasse/tratasse e, ao menos tentasse, te incluir os bms que sofrem dessa doença num programa de readaptação funcional que objetivasse a melhoria de seu quadro clínico com a valorização da pessoa.

4 - Acho que deveria haver um programa de recrutamento, treinamento e distribuição racional de motociclistas e equipamento para inserção de motossocorristas nas guarnições operacionais o que traria grande melhoria na prestação de serviço haja vista a crescente desestruturação do leito viário o que hj torna impossível o pronto atendimento dos socorros, sobretudo dos APHs.

5 - Objetivando a aplicação ideal, manutenção dos bms nas funções desempenhadas, peculiaridades técnicas de determinadas atividades e, acima de tudo, viabilizar um aprimoramento contínuo dos militares que as desempenham, acho que deveria haver melhor organização das qbmps, reativação de outras e melhor organização de algumas, assim:
* a QBM 0 deveria ser composta de bms combatentes, estes deveriam ser mantidos nessa função, melhor treinados e valorizados, haja vista ser a qbmp primária e que praticamente nomeia a corporação.
* a QBMP 01 deveria sofrer upgrade, criado um curso reconhecido e que cspacitasse os militares que a compõe
* aQBMP 02 deveria ser fragmentada nas diferentes categorias de habilitação e deveria receber todos os motoristas preciarios
* a QBMP 03 deveria ser reativada, receber novo pessoal e tb ser fragmentada e reestruturada
* a QBMP 07 deveria ser extinta e seu efetivo compor a QBMP 04
* e, o principal, deveriam ser criadas, pelo menos mais 4 QBMPs:

a - uma de pessoal administrativo que teria técnicos em contabilidade, em administração, em logística, cartografia, desenho e tantas outras áreas técnico administrativas fossem necessárias
b - uma de motociclistas dividida entre motossocorristas e motocombatentes, dada a peculiaridade dessa área de atuação pois estes deveriam se destacar das qbmp 2 e 6, o q n acontece hj
c - uma de pessoal de segurança, investigação e inteligência, dada a peculiaridade dessas funções e a capacitação totalmente diferenciada de seus campos de atuaçao. Qbmp que obrigaria os seguranças de autoridades, os agentes de inteligência e os agentes carcerários.
d - uma QBMP de taifa, que obrigaria garçons, copeiros e cozinheiros, necessidade antiga da corporação.
Sugiro que o Cbmerj faca um convenio com Plano Saude que atenda nossas necessidades e que seja pago metade pela Corporacao e a outra pelo Militar...

6 - no 1/5 DBM estamos sem absl carro sucateado guarniçao corre de ar ,

7 - Setor de identificação no interior ou a visita de alguém do setor pelo menos uma vez ao mês para confecção de identidade do militar e dos seus dependentes. Essas medidas ajudam o nosso salário a render mais, poupando gastos de recursos que poderiam ser evitados.

8 - Quanto ao auxílio transporte, o valor esta devasado. Deveria ser de acordo com a necessidade de cada militar.
 
a -Quanto ao atendimento pré hospital, que volte a ser a finalidade de bombeiros militares e não deficitário por conta do atendimento residencial.
 
b -Quanto as vtrs, estão sucateadas, não dando segurança e o mínimo conforto aos militares e vítimas. 
c - Quanto ao EPI, tem que ser individual e não coletivo.
d - Gestão de recursos humanos. Penso que deveria ser criado um site onde cada militar interessado em ser transferido pudesse se inscrever. Exemplo: existem militares trabalhando longe de suas casas há mais de 20 anos e entra um recruta e vai pra perto de casa. Com essa nova ferramenta de gestão a cada concurso os antigos iriam pra perto de cada e os novatos iriam cobrir esses desfalques.

9 - Uso COLETIVO de capacetes em socorro:

a - Primeiramente é necessário esclarecer que o capacete é um equipamento de proteção INDIVIDUAL (o que não ocorre na corporação, onde os mesmos são de uso COLETIVO por TODAS as alas.)

A classificação do capacete como equipamento de uso individual está disponível no site da FIOCRUZ, podendo ser acessado pelo link: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/epi.html

Logo, concluímos que o uso concomitante do mesmo equipamento por diversos profissionais diferentes caracteriza FALTA DE HIGIENE! Uma vez que, não há maneira de realizar a limpeza necessária das partes em tecido e de material acolchoado, pois não há como lavar o capacete e deixá-lo secar entre o uso de dois militares diferentes porque não se tem número sobressalente de tal equipamento. Lembrando que, deixar tais superfícies úmidas (tanto pelo suor e sujidade quanto por água) gera meio de cultura, ou seja, proliferação de germes.

Logo, compreende-se a necessidade de que CADA militar das viaturas empenhadas receba um capacete como parte do fardamento. Este deve ser de uso único do militar, sendo o mesmo responsável pela manutenção da higiene do seu capacete. 

E em segundo lugar, é interessante que seja revisto a ordem de uso de capacete em TODOS OS EVENTOS. Relembrando que as guarnições de saúde atendem, por exemplo: Mal súbito (crise convulsiva, hipoglicemia. crise hipertensiva e outros eventos clínicos), Trabalho de parto, Traumas diversos nem sempre relacionados à cena insegura... entre vários outros eventos SEM A MENOR INDICAÇÃO DO USO DO CAPACETE. Em muitos casos o uso deste dentro da viatura em determinados procedimentos de saúde ATRAPALHAM a habilidade do profissional em realizá-las, alterando as condições de iluminação ao realizar uma punção venosa por exemplo.

Eventos com cena segura ou ambiente intra-hospitalar não exigem o uso do capacete. Tornando-o completamente desnecessário nesses casos.

Compreendemos a importância desse equipamento de proteção, mas cobramos que ele seja de uso INDIVIDUAL e oportuno quanto ao risco da cena.

10 - Pq não implantar Curso Superior para o CHOAE.

1-     11 - Criação do Centro de Treinamento e Formação dos Guarda-Vidas do CBMERJ. O Grupamento Marítimo já tem 31 anos, e até hoje não temos uma piscina sequer para treinar ! Já está passando da hora de ser ter esse Centro de treinamentos, que poderia também ser usado pelo CMalt.( Curso de Mergulho Autônomo). Somos os pioneiros e os percursores neste serviço, e na formação dos Guarda-Vidas. O serviço de Salvamento do Brasil, que foi iniciado pelo antigo SALVAMAR/ POLICIA CIVIL, vai completar 100 anos em 2017.
a - Criar Grupamentos Marítimos na Região da Costa Verde, e Norte Fluminense.
b - Estimular e acompanhar a tropa a prática de exercícios físicos, aproveitando os companheiros que tem formação, e pós graduação em educação física, dando a estes algum tipo de benefícios, como folga, ou mesmo uma gratificação. Com isso não teríamos mais uma tropa sedentária e obesa, evitando prejuízos maiores ao CBMERJ, com bombeiros fora da escala por doenças adquiridas com o sedentarismo.

  
12 - O comandante expor o balancete mensal com os gastos da etapa de rancho.

13 - Contratar merendeiras para fazerem a comida. Menos oneroso e mais bombeiro na escala.

14 - Contratar serviço de limpeza para obms.

15 - Acabar com as QBMPs dos Praças isso causa muitas discórdias e confusão, vejo bombeiros das mais diversas QBMPs dirigindo vtrs Adm e operacional e compondo socorro onde é a função de uma determinada QBMP tem outro militar de outra. Então todos poderiam ser QBMP 00 e as funções seriam como sub-especialidades. 

Ex: se todos fossemos da QBMP 00 quem tiver interesse de ser de Busca e Salvamento faz um curso/treinamento especifico e em seguida assume a função, dessa mesma forma o Condutor,guarda-vidas,saúde temos um monte de BM,s que são téc. de enf. no paisano que se tivessem oportunidade assumiriam tb no CBMERJ,comunicação e até mesmo pros setores administrativos, em fim aproveitaríamos mais os bombeiros em diversas sub-especialidades pois poderíamos fazer mais de um curso/treinamento. Mas seria interessante tb que cada sub-especialidade que o militar fizer pra assumir uma função ganhasse digamos 5% e quando tiver no exercício da função da sub-especialidade ganharia mais 15% totalizando 20% seria um ótimo incentivo e qdo tiver na função de combatente QBMP00 se não tiver nenhuma sub-especialidade não ganha nada mas se tiver alguma ao menos ganhará 5%

16 - Minha sugestão e que haja o CHOAE, ANUALMENTE com no mínimo 40 vagas , que haja uma valorização para os subtenentes oriundos de quadro de acesso, a recompensa por abdicarem do convívio, com seus familiares e se dedicarem aos estudos.

17 - Retornar boa parte dos mais de 1500 militares a disposição de orgãos externos principalmente motoristas e da saúde. Só aí temos uns 10 quarteis 

18 - Construção de um outro hospital na Zona Oeste. 

19 - Notei que na comissão de melhoria do serviço de saúde não está incluído a Odontologia. Tratar os dentes TB faz parte da saúde.

20 - O Hotel de Transito no Complexo precisa de uma finalidade. Está quase caindo. Muita infiltração. Militares vem do interior para o Complexo e dormem em colchões no chão. A prontidão só é contemplada com alojamento para homens. Até na guarda as mulheres não são contempladas. 

21 - Investimento na formação e valorização dos praças e oficiais da Odontologia. Muitos estão desmotivados por falta de incentivo e desvalorização por seus Comandos. 

22 - Gostaria que fosse implantado a escolha dos filhos de maior idade quando perde o direito de não mais usar os serviços de saúde do CBMERJ, que tivessem o direto de escolha para continuar a usar os mesmo serviços de saúde do CBMERJ quando eram dependentes, nesse seria descontado em folha mais um fundo de saúde por filhos maiores de idade no mesmo valor do fundo saúde do titular.

23 - Criação de mais um hospital na zona oeste do rio com o número maior de leitos que o HCAP.

24 - Criação de Policlínicas com Serviço de Pronto Atendimento 24 horas no Interior por regiões.

25 - A viúva ou viúvo teria todos os direitos no sistema de saúde do CBMERJ continuando com o desconto ao fundo saúde, perdendo esse direito caso casasse novamente.
26 - Todos os pais dos bombeiros teriam direito ao sistema de saúde do CBMERJ desde que seja descontado o fundo saúde no mesmo valor do titular, mesmo nos casos onde o titular tenha falecido.

27 - Esses são algumas de várias mudanças que eu, Quintanilha do ( HCAP ) gostaria que fosse implantado no nosso CBMERJ.

28 - Na área da saúde temos: 
a - Aprimoramento do sistema de marcação e agendamento de consultas e atendimentos;
b - Adequação da escala de serviço dos profissionais da saúde do HCAP. Profissional sem qualidade de trabalho, atendimento deficitário;

29 - Valorização profissional:
a - Reajuste do auxílio transporte que hoje é de R$ 100,00. Esse valor não cobre nem mesmo o custeio da passagem de até a metade do mês de muitos bombeiros;
b - Redistribuição dos soldados pelas OBM's. Tem algumas em nossa corporação que estão sendo mais beneficiadas que outras;

30- Aparelhamento e Capacitação:
a - Dar uma atenção especial as OBM's e destacamentos da baixada, seus materiais operacionais estão muito sucateados (Caxias, São João de Meriti, Paracambi, Itaguaí, Magé, Belford Roxo, Nilópolis e Nova Iguaçu, e outras);
b - Incluir uma disciplina a parte para instrução de corte de árvore. Está atividade tem causado muito acidente, nossos bombeiros precisam de mais treinamento;
c - Buscar pontos de entrega para animais capturados pela cidade. As OBM's não tem onde entregá-los e muitos deles morrem nos quarteis;


Junte sua ideia a esse esboço apresentado e contribua para o desenvolvimento da corporação a qual pertence.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

POLÍCIA FEDERAL CADA VEZ MAIS PRÓXIMA DE CABRAL


O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio, e o então governador do Rio, Sérgio Cabral, em 2007

E-mail interceptado pela Polícia Federal indica a participação do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) para incluir a Odebrecht em consórcio que levou um contrato bilionário no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio).

A citação ao peemedebista foi feita pelo diretor da Odebrecht Rogério Araújo, preso na última sexta (19) no curso da Operação Lava Jato.

Em e-mail de 4 de outubro de 2007, ele informa a outros quatro executivos da companhia a inclusão da Odebrecht junto à Mitsui e à UTC na obra do ciclo de água e utilidades, o maior contrato do Comperj.

"Petrobras/PR vai conversar com o Governador sobre este novo arranjo com a participação da CNO (é importante Sergio Cabral ratificar! e também definir o seu interlocutor neste assunto que atualmente junto a Petrobras e Mitigue é o Eduardo Eugenio", escreveu Araújo aos outros executivos.



CNO é Construtora Norberto Odebrecht. "Petrobras/PR" seria o então diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, preso em 2014 e um dos delatores do esquema de cartel e propina na estatal.

Já Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira é o presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Rio), bastante próximo de Sérgio Cabral.

O e-mail de Araújo integra um conjunto de mensagens anexadas à fase Erga Omnes da Lava Jato, que levou à prisão executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez.

Segundo Araújo, o empresário Júlio Camargo, representante das japonesas Mitsui e Toyo, esteve naquele mesmo dia na Petrobras e foi orientado a aceitar a Odebrecht no consórcio. Ricardo Pessoa, da UTC (à época chamada Ultratec), receberia "a mesma orientação de fazer a parceria com a CNO".

Junto com a Toyo e a UTC, a Odebrecht integrou o consórcio TUC, que foi escolhido pela Petrobras para construção, por US$ 3,8 bilhões (R$ 11,59 bilhões), do ciclo de água e utilidades, o maior contrato do Comperj.

INDÍCIOS DE PROPINA

Iniciada em 2012, a obra está parcialmente paralisada e há indícios de propina. O custo do Comperj, que após aditivos e novas estimativas chega a US$ 47 bilhões, foi questionado pelo Tribunal de Contas da União.

Dois executivos da Toyo que fazem delação, Júlio Camargo e Augusto Mendonça, dizem que houve pagamento de propina na obra do Comperj para os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque e para o ex-gerente Pedro Barusco.

Peritos da PF detectaram pagamentos de R$ 18 milhões do consórcio TUC para a Treviso Empreendimento, uma das empresas controladas por Júlio Camargo, e que seria usada para pagar propina a dirigentes da Petrobras.

OUTRO LADO

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) negou que tenha "ratificado" a entrada da Odebrecht em consórcio para obra do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio), conforme diz e-mail de um dos diretores da empreiteira preso na última sexta-feira (19).

"O ex-governador Sérgio Cabral jamais interferiu em quaisquer obras da Petrobras, inclusive as do Comperj", afirmou a assessoria do peemedebista. "No que diz respeito ao abastecimento de água para empresas e residências no Rio de Janeiro, o governo do Estado tem como empresa responsável, a Cedae, tendo a companhia absoluta autonomia nas suas decisões", acrescentou.

Também mencionado pelo executivo da Odebrecht Rogério Araújo, o presidente da Federação das Indústrias do Rio, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, disse que jamais tratou do assunto com Cabral: "Jamais tratei de interesse desta ou daquela empresa no Comperj com o ex-governador. Meu nome foi citado numa troca de e-mails de terceiros (...). A simples menção a meu nome em meio è lama trazida à tona pela Lava Jato é ultrajante", disse. 





ANTE PROJETO DE LEI QUE SERÁ APRESENTADO AO GOVERNADOR PEZÃO - PARTE II

Dando continuidade, de maneira sequencial, a exposição em trechos da proposta que fora construída a partir das reuniões conjuntas da comissão de segurança pública da ALERJ, mais representantes das corporações (PM E BM) e de classe, para compor o novo código de ética dos militares estaduais.


A exposição para críticas visa a participação de todos que entendem ser importante discutirmos um possível novo regulamento disciplinar.


Seção III

Da Hierarquia e da Disciplina

Art. 14. A hierarquia é o escalonamento da autoridade, em níveis distintos, por postos e graduações sendo a base das instituições militares.

§ 1º A aplicação da hierarquia deve caracterizar-se pelo estabelecimento dos níveis de respeito profissional e humano, responsabilidade e decisão, sendo implícitas as exigíveis manifestações externas de exemplo de conduta profissional e pessoal, vinculadas a seu exercício.

§ 2º A hierarquia pressupõe não somente o escalonamento da autoridade, mas acima de tudo, os níveis de responsabilidade e compromisso para com o cumprimento das missões institucionais.

§ 3º A hierarquia não deve, em momento algum, ser entendida como diferença entre direitos e deveres decorrentes da cidadania, constituindo-se, especificamente, no necessário ordenamento dos níveis de responsabilidade e atuação, aplicado a cidadãos plenos e equivalentes em face dos dispositivos constitucionais em vigor.

§ 4º A ordenação dos postos e graduações das corporações militares do Estado do Rio de Janeiro dar-se-á nos termos dos respectivos estatutos.


Art. 15. A disciplina se manifesta pela estrita observância das leis, regulamentos, normas, disposições e fiel acatamento das ordens legais dos superiores, traduzindo-se no rigoroso cumprimento do dever por parte de todos os integrantes das corporações militares.

§ 1°. São manifestações essenciais de disciplina:

I - o respeito à dignidade humana, ao profissional, à cidadania e às instituições públicas;

II - a rigorosa observância às leis, regulamentos e demais prescrições em vigor, legitimamente estabelecidas, bem como o permanente zelo para com o atendimento aos princípios da administração pública;

III - o fiel cumprimento das ordens legais emanadas das autoridades, cujo exercício da função, cargo ou missão, regularmente impostos, exerçam a competente ascendência hierárquica e funcional que justifiquem sua emissão;

IV - a colaboração espontânea para com a disciplina coletiva e à eficiência da
Instituição;

V - o emprego de toda sua capacidade em benefício do serviço; e
VI - a correção de atitudes.


Art. 16. As ordens manifestamente legais devem ser prontamente acatadas, cabendo ao militar a inteira responsabilidade pelas ordens que emitir e pelas consequências delas advindas.

§ 1° Cabe ao subordinado solicitar os esclarecimentos necessários ao total entendimento da ordem recebida, admitindo-se pedido de que seja formalizada por escrito, quando conveniente.

§ 2° O executante que exorbitar no cumprimento da ordem recebida, sujeitarse-á a responsabilização pelo abuso cometido.

§ 3º Ordens manifestamente criminosas ou que impliquem na prática de atos passíveis de enquadramento como crime - sendo tal entendimento de fácil percepção em face do nível de preparo e treinamento do executante - não deverão ser cumpridas, devendo o fato ser informado ao escalão hierárquico
imediatamente superior àquele que tenha determinado o procedimento objeto
da recusa.



SOS BOMBEIROS: A nossa participação neste processo é fundamental, por isso cada um de nós temos que ler cada artigo com toda calma e atenção. Trazendo as contribuições pertinentes à construção de um novo diploma que norteará as relações dentro e fora da caserna. 

Utilizem os comentários para apresentarem suas sugestões. Caso não seja o adequado faça por e-mail: SOSBOMBEIROSRJ2@GMAIL.COM 

Link parte I

domingo, 21 de junho de 2015

NOTA DE FALECIMENTO

É com muito pesar que informamos sobre a morte do nosso grande companheiro de jornada José Alexandre Ferreira.


 

Um grande guerreiro. Participou da luta  por melhores salários e foi  preso  dentro do  quartel central junto com os 439.

Que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.

Deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos.

Seu sepultamento será amanhã no Cemitério do Caju. 

Velório : 8:00 h
Enterro : 13 h

PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL. O QUE VOCÊ GOSTARIA QUE FOSSE IMPLEMENTADO?

Esta é uma semana de novidades na corporação. Anunciou-se também em boletim as diretrizes para o planejamento institucional. As metas são muito boas, porém ainda sentimos falta de algumas. Vamos a eles:





Na área da saúde temos: 

a - Aprimoramento do sistema de marcação e agendamento de consultas e atendimentos;

b - Adequação da escala de serviço dos profissionais da saúde do HCAP. Profissional sem qualidade de trabalho, atendimento deficitário;

Valorização profissional:

a - Reajuste do auxílio transporte que hoje é de R$ 100,00. Esse valor não cobre nem mesmo o custeio da passagem de até a metade do mês de muitos bombeiros;

b - Redistribuição dos soldados pelas OBM's. Tem algumas em nossa corporação que estão sendo mais beneficiadas que outras;

Aparelhamento e Capacitação:

a - Dar uma atenção especial as OBM's e destacamentos da baixada, seus materiais operacionais estão muito sucateados (Caxias, São João de Meriti, Paracambi, Itaguaí, Magé, Belford Roxo, Nilópolis e Nova Iguaçu, e outras);

b - Incluir uma disciplina a parte para instrução de corte de árvore. Está atividade tem causado muito acidente, nossos bombeiros precisam de mais treinamento;

c - Buscar pontos de entrega para animais capturados pela cidade. As OBM's não tem onde entregá-los e muitos deles morrem nos quarteis;

No mais, convidamos nossos leitores bombeiros para apresentarem suas ideias através dos comentários. E de antemão solicitamos ao comando Geral, que desta vez faça de maneira diferente. Nos grupos de trabalho que serão criados inclua praças, afinal são eles quem estão na linha de frente e quem pode dar muita contribuição do que é funcional ou não.

Faça uma boa política com seus comandados. Ninguém comanda somente com comandantes.