sábado, 31 de outubro de 2015

MPF DEFENDE INVESTIGAÇÃO CONTRA PEZÃO E CABRAL.



BRASÍLIA — A Procuradoria-Geral da República (PGR) quer continuar a investigação sobre o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), no âmbito da Operação Lava-Jato. O posicionamento contraria a Polícia Federal, que concluiu no mês passado o seu inquérito sobre o caso defendendo o arquivamento. A decisão sobre o arquivamento ou continuidade das investigações caberá ao ministro Luís Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A vice-procuradora Ela Wiecko argumentou ainda haver circunstâncias a serem apuradas. O inquérito foi aberto para apurar o direcionamento de recursos do esquema de corrupção para a campanha de Cabral em 2010, na qual Pezão foi vice. Segundo o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, duas reuniões suas com fornecedores da estatal trataram do direcionamento de R$ 30 milhões para a campanha.

“Há dados que ainda necessitam de esclarecimentos complementares, considerando tanto a possibilidade de que a suposta vantagem econômica indevida acolhida na campanha eleitoral tenha relação com atos do governo do Rio de Janeiro, quanto a possibilidade de que esses valores ilícitos estivessem vinculados apenas aos contratos da Petrobras, mas dissimulados na campanha”, afirmou a vice-procuradora.

la Wiecko destaca que anotações do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, tratando da doação de R$ 200 mil para a campanha do PMDB do Rio de Janeiro chegaram aos investigadores depois do relatório da Polícia Federal que pedia o arquivamento. Ressaltou ainda que, em depoimento nesta terça-feira (27), o doleiro Alberto Youssef afirmou em depoimento à 13ª Vara Federal de Curitiba ter sido incumbido por Paulo Roberto Costa de “repassar propinas arrecadadas dos prestadores de serviços da Petrobras à campanha eleitoral do PMDB ao governo do Rio de Janeiro”.

Afirma também que diretores de duas empresas, Techint e Skanska, reconheceram ter se encontrado com Costa em um hotel para debater ajuda à campanha de Cabral. Ressalta que no caso da Alusa, a empresa reconheceu ter feito doação de R$ 500 mil ao diretório fluminense do PMDB.

Na continuidade da investigação, o Ministério Público deseja que se procure identificar os responsáveis na Alusa pela doação, realize-se novo depoimento de Youssef para tratar dos repasses à campanha e se faça uma análise do material que já compõe o processo.

Por meio de nota enviada por sua assessoria, o governador do Rio de Janeiro disse estar à disposição para prestar esclarecimentos. "Confio na Justiça e continuo à disposição de todas as instâncias para prestar todo e qualquer esclarecimento considerado necessário para colaborar com as apurações", afirmou Pezão.




Fonto:Google

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

CORPO DE BOMBEIROS HÁ SEMANAS SEM AERONAVES

Helicópteros do Corpo de Bombeiros do RJ estão parados devido a débito

Em nota, assessoria diz que ocorrências não deixarão de ser atendidas.

'Para um afogamento, cada minuto é decisivo', afirma vereador. 



Os helicópteros do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro não estão operando devido a um atraso no pagamento à empresa que fornece os componentes (peças) das aeronaves. Dos quatro helicópteros da corporação, três não estão decolando devido ao problema e um já estava em manutenção há mais tempo.
Em nota, a assessoria informou que os helicópteros da corporação fazem parte de esforços integrados do Governo do Estado, que contam ainda com apoio das aeronaves de outros órgãos como Polícia Militar e Polícia Civil. “Portanto, as ocorrências não deixaram e nem deixarão de ser atendidas”, diz o comunicado.
O G1 entrou em contato com as assessorias das polícias Civil e Militar para saber se as aeronaves que atendem às entidades estão operando. De acordo com a Polícia Civil, as três aeronaves da corporação estão em manutenção de rotina. Duas delas voltam a operar normalmente na semana que vem. A outra ainda não tem data definida. Segundo a polícia, a a falta dos equipamentos não impede a realização das operações. De acordo com a assessoria da PM, as aeronaves que atendem a corporação estão operando normalmente.

Vereador critica ausência de aeronaves
Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a Marinha emitiu alerta de ressaca com previsão de ondas de até 2,5 metros no litoral. De acordo com o vereador Márcio Garcia (Rede), presidente da Comissão de Defesa Civil da Câmara, a ausência das aeronaves combinada com mar agitado e sol pode ocasionar em muitos afogamentos e até mortes.
“Com ou sem aeronaves, bombeiros vão prestar o socorro da melhor forma possível, com o que tiverem de recursos. Mas para um afogamento, cada minuto é decisivo. Não tem como disponibilizar um guarda-vidas para um atendimento múltiplo. Sem o helicóptero, o bombeiro vai ter que escolher quem ele vai salvar”, ressaltou o vereador.

Três aeronaves devem voltar após o feriado
De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o débito com os fornecedores foi quitado e a previsão é que as três aeronaves voltem a operar na próxima semana.

Ainda segundo o vereador, além da falta de equipamentos a corporação enfrenta um déficit no número de agentes. “Ficamos sete anos sem concurso para guarda-vidas e ano passado fizeram um com 300 vagas. Temos um déficit de, pelo menos, mil guarda-vidas. Precisamos de convocações frequentes”, afirmou Garcia.

SOS BOMBEIROS: Falta de pagamento.... comando diz que já foi pago.... porque só depois do feriado voltará a voar??? Tudo muito estranho... Só sabemos que sem aeronave a população fica bastante descoberta para os salvamentos em áreas longínquas onde não conta-se com Jetski ou botes.

Orla Rio cumpriu menos de 20% das obrigações em 16 anos de contrato

Consórcio modernizou apenas 18,7% de quiosques do Rio

Em 16 anos de operação, Orla Rio reformou 58 dos 309 espaços do Leme a Prainha

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/consorcio-modernizou-apenas-187-de-quiosques-do-rio-17921276



RIO — Os tapumes nas areias da Praia de Copacabana mudam de local de vez em quando, mas já estão presentes no cenário há cerca de uma década. Eles são uma espécie de símbolo do atraso de um projeto, lançado pela empresa Orla Rio Associados há 16 anos, que prometia mudar o visual de 309 quiosques da orla entre o Leme e a Prainha (exceto na faixa da Reserva). Em agosto de 1999, quando assinou um contrato de exclusividade para operar o serviço com a prefeitura do Rio, ainda no governo Luiz Paulo Conde, a empresa tinha se comprometido a concluir a reforma até 30 de abril de 2002. No entanto, até agora, a concessionária só conseguiu entregar 58 quiosques (18,77%) repaginados.

A própria prefeitura abriu mão de exigir um prazo para a conclusão do projeto. Em 2010, já no atual governo, um aditivo ao contrato deixou de prever cronogramas de entrega. O mesmo aditivo prorrogou a concessão por mais 57 meses (até fevereiro de 2030) e autorizou a instalação de terminais bancários de autoatendimento nos quiosques. As novas bases do contrato motivaram uma ação do Ministério Público estadual, ainda em andamento, que reivindica a anulação do acordo. A Justiça chegou a dar ganho de causa ao MP, mas a sentença foi anulada em segunda instância, e o processo foi reiniciado com a determinação de que fosse feita uma perícia para esclarecer dúvidas sobre o contrato.

Deixar de exigir um cronograma é algo absurdo. Esse é um dos principais requisitos da lei 8.666/93, que disciplina as licitações — argumentou o promotor Rogério Pacheco Alves, que, quando entrou com a ação, em 2012, era lotado na Promotoria de Cidadania.

PREFEITURA ABRIU MÃO DE RECEITA

Na ação, o promotor também questiona o fato de a prefeitura ter concordado em abrir mão de parte das receitas com a locação dos espaços para terminais bancários nos quiosques, instalados apenas parcialmente. Sob o argumento de que seria uma maneira de compensar a empresa por desequilíbrios econômicos do contrato, devido ao atraso nas obras, o município também concordou em deixar de receber uma comissão de 5% pelas locações. Nos cálculos do MP, isso representaria uma renúncia de R$ 7,5 milhões de receitas para a prefeitura (se todos forem implantados).

Uma série de ações judiciais iniciadas logo após a assinatura do contrato, questionando a falta de licenças ambientais, a legalidade da licitação ou quem de fato tinha o direito de explorar os quiosques, explica, pelo menos em parte, o atraso. Nos cálculos da empresa, foram pelo menos 150 processos. Os obstáculos legais que impediam as obras, porém, foram superados em 2006. Na época, a Orla Rio prometeu, numa primeira revisão contratual, entregar todos os quiosques reformados até os Jogos Pan-Americanos de 2007. Os anos se passaram, e a promessa foi renovada para a Copa do Mundo de 2014. O vice-presidente da Orla Rio, João Marcello Barreto, e a prefeitura alegam que o atraso se deve à demora para concessão de licenças por órgãos públicos. Agora, parte do projeto virou uma “meta olímpica”.

O secretário municipal de Concessões e Parcerias Público-Privadas, Jorge Arraes, defendeu as regras adotadas a partir de 2010. Para ele, a concessionária não pode ser punida por problemas burocráticos, que não são de sua responsabilidade.

— A empresa não pode ser responsabilizada porque depende de outros órgãos públicos. A atual versão do contrato de concessão de fato não fixa cronogramas. Mas eles existem. A partir do momento em que a Orla Rio obtiver todas as licenças, nós fixamos os prazos em ofícios — diz Arraes.

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João Marcello Barreto, por sua vez, promete concluir as obras dos últimos seis quiosques em Copacabana até dezembro deste ano. No caso do Leblon, elas começariam em fevereiro do ano que vem. Na Barra e no Recreio, as obras tiveram início no mês passado. Com isso, a promessa é entregar, até as Olimpíadas, um total de 216 quiosques, o que representa 70% do empreendimento. Ou seja, em dez meses, a Orla Rio entregaria 158 quiosques — quase o triplo da quantidade feita em 16 anos. Os outros 30% dos quiosques, que correspondem a Ipanema, São Conrado e trechos não executados na Barra, ainda não têm data para sair do papel.

— Após acabar as obras de Copacabana, nosso foco passará para o Leblon. Vamos utilizar estruturas modulares, o que vai tornar a obra infinitamente mais rápida. Para fazer o subsolo dos quiosques, por exemplo, vamos cavar e encaixar a estrutura pronta — prometeu Marcello.

Hoje, em Copacabana, cerca de vinte homens trabalham diariamente em cada base para conseguir entregar os quiosques que faltam. A área onde os trabalhos estão mais adiantados fica em frente ao hotel Windsor. Por ali, o espaço receberá, nos próximos dias, os equipamentos para começar a montagem definitiva dos quiosques. Nas outras duas frentes de trabalho — uma no Leme e a outra próximo ao número 1.440 da Avenida Atlântica —, operários acabaram de concluir a fase de fundações.

LÍDER COMUNITÁRIO SE MOSTRA CÉTICO

O presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães, espera que o novo cronograma para o bairro seja cumprido. No entanto, ele prefere não comemorar com antecipação:

— Será um ganho para os moradores, que estão cansados dos tapumes há mais de uma década. Mas é preciso acompanhar os últimos meses para ver se realmente a obra vai ficar pronta para as festas de réveillon — diz Horácio.

João Marcello prometeu que as obras no Leblon terão início em 90 dias. A licença ambiental emitida pela prefeitura foi concedida este mês, mas fixa um prazo para a conclusão do trecho em até quatro anos. Apesar do otimismo do empresário, ele não tem autorização de todos os órgãos públicos. Sem dar prazos, o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac) informou que, no momento, os projetos dos quiosques do Leblon ainda estão sob análise. Na corrida contra o tempo na Zona Sul, a Orla Rio ainda terá limitações impostas pela prefeitura:

— Por conta das Olimpíadas, todas as obras não emergenciais na Zona Sul serão suspensas a partir de junho. Na região da Barra, a renovação poderia continuar porque a troca dos quiosques exige obras muito menos complexas — diz Jorge Arraes.

A presidente da Coopquiosque, Rosana Lameirinhas, que representa 120 dos 309 operadores dos quiosques, isenta a Orla Rio de responsabilidade pelo atraso. Ela não vê a hora de as obras deslancharem em toda a praia. Segundo ela, que, desde 1981 tem um ponto na Barra da Tijuca, na altura do Posto Seis, o modelo atual está ultrapassado:

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— O mundo mudou. Os consumidores estão mais exigentes em relação à qualidade dos serviços de alimentação. Não dá para fazer coisas mais sofisticadas na praia com as estruturas atuais. Aqui na Barra, enquanto os novos quiosques não chegam, alguns operadores fizeram modificações nos balcões para atender melhor os clientes. Fugiu da padronização, mas a prefeitura tem tolerado porque aguarda os novos modelos — afirma Rosana.

DE VENDEDOR DE CHURRASCO A ‘DONO’ DA ORLA

A Orla Rio Associados foi fundada por João Barreto — pai de Marcello —, que, pelo envolvimento com o negócio, tem o apelido de Rei da Praia. Em 1962, João vendia churrasquinho nas ruas do Centro do Rio, quando obteve autorização da prefeitura para instalar um trailer na Praia da Barra da Tijuca, que então era quase deserta. Ao contrário de muitos operadores desse tipo de comércio, ele se profissionalizou ao longo dos anos. Fundou a Orla Rio em 1992 e passou a ser distribuidor dos produtos vendidos nos quiosques.

Em 1999, a prefeitura decidiu licitar os quiosques, revendo o tratamento dado aos comerciantes, que tinham licenças para trabalhar renovadas a cada dez anos. A Orla Rio foi a única empresa a apresentar propostas. A partir daí, a relação com boa parte dos antigos operadores ficou tensa, já que ela passou a exigir que adotassem uma postura mais empresarial ou passassem o negócio para um novo comerciante, seja recebendo aluguel ou indenização pela perda do ponto.


SOS BOMBEIROS: Deixar de cobrar prazos, abrir mão de sua parte da receita, claramente faz vista grossa para o inexplicável não cumprimento do contrato de 16 anos. Definitivamente há muito mais coisa na relação entre a Orla Rio e a prefeitura do que se pode supor. 

Promíscua a relação da prefeitura com essa concessionária!!! 

AJUDE-NOS A SALVAR UMA VIDA

Pedido de uma mãe amiga dos Bombeiros

Amigos preciso mais uma vez de vocês! 

Se , puderem doar e me ajudar a divulgar por favor, meu filho precisa de doação de sangue. Qualquer tipagem sanguínea, para repor o estoque do hospital.

Estará no hospital do Carmo, só dizer o nome dele: Pedro Henrique Rocha Seabra, está internado no Pronto Baby -Tijuca com dengue hemorrágica.


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

UM REFORÇO AO GMAR NA BUSCA POR REPOSIÇÃO DO EFETIVO

PRECISAMOS DE MAIS GUARDA-VIDAS



Recebi na tarde de hoje (28) o porta-voz de um grande grupo de candidatos do último concurso para o Gmar (Csmar/2015 com somente 300 vagas) Rafael Fara, muitíssimo bem acompanhado pelo Sub Ten Valdelei Duarte.

Percebi neles a enorme expectativa de ser convocado para realizar o curso de formação, e estão iniciando uma campanha para sensibilizar o Governo Estadual para que convoque outras turmas, já que os grupamentos marítimos trabalham com um enorme déficit de efetivo, sacrificando os heroicos bombeiros e expondo a população fluminense ao risco de afogamento.

Subtenente BM RR Valdelei Duarte, Rafael Fara e Vereador Marcio Garcia

Este grupo de jovens, sabendo do meu engajamento em defender os interesses da população e dos bombeiros militares do Rio de Janeiro, procurou meu apoio para defender a necessidade de novas convocações.

Já assinei o abaixo assinado disponibilizado no blog deles e convido todos os amigos a assinarem também.

VAMOS À LUTA!!!!



SOS BOMBEIROS: Sem dúvida, o apoio destes jovens aos guarda-vidas na busca de reposição do efetivo defasado e antigo, trará um renovo no ânimo e no vigor destes bravos que estão sempre em batalhas por melhorias. 

Sejam bem vindos. Que sejamos bem sucedidos em nossos pleitos comuns.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

SUGESTÃO AO COMANDO PARA VALORIZAÇÃO DE SEUS HERÓIS



SOS BOMBEIROS: O Estado Maior Geral da corporação poderia, também, buscar construir junto ao Governo do Estado parceria semelhante a esta citada, os cursos no SENAC são de excelente qualidade, os filhos e esposas estariam se qualificando, com baixo custo ou sem para o servidor, o que na prática significa um benefício indireto no orçamento dos militares.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

INCLUSÃO DE DEMANDA PARA A NOVA DIRETORIA DO HCAP

Aproveitamos a oportunidade para saudar o novo corpo de diretores, tanto da DGS quanto do HCAP. Saibam que muitos atribuem aos senhores (Ten Cel Outeiro, Cel Miura, o diretor Geral Cel Mizumoto, e os demais oficiais) uma grande esperança de uma guinada em nosso hospital, desde atendimento no SPA até as consultas de rotina. Cremos que tudo irá melhorar significativamente, pois são oficiais que já demonstraram saber trabalhar em equipe, respeitar seus subordinados e ouvirem os que estão na linha de frente.


Externado os nossos votos de sucesso, viemos solicitar aos nobres diretores que deem uma atenção na rotina adotada para o ingresso de acompanhantes e visitantes no HCAP.

Temos ciência das normas publicadas no boletim interno de 06/08/2012, onde normatizou o padrão da vestimenta, circulação e utensílios que podem adentrar na unidade; porém os civis não têm acesso a essas informações (além de viverem num ambiente um pouco diferente do nosso). Por isso, para evitar alguns constrangimentos a familiares que ficam impedidos na entrada do hospital, tendo que aguardar a vinda do oficial de dia para liberá-los. 

Civis impedidos de entrar aguardando a liberação do oficial de dia. Um tanto quanto constrangedor
Fato ocorrido neste mês de outubro

É que encaminhamos a sugestão de que seja feito Banners orientativos e/ou até mesmo panfletos explicativos, para serem afixados nos vários locais de circulação de pessoas no interior da unidade e corpo da guarda, a fim de propagarmos as normas de conduta. 

Deixamos aqui um exemplo adotada pelo hospital central do exército:




SOS BOMBEIROS: Na certeza de que será bem acolhida e avaliada nossa solicitação, mais uma vez enfatizamos nossos protestos de sucesso na administração deste importantíssimo patrimônio dos bombeiros e familiares. 

DEPUTADO FEDERAL TRABALHANDO

Projeto de Capitão Augusto (PR/SP) prevê que prisão de PM por outra instituição dependerá de concordância do Ministério Público.


Após a arbitrariedade praticada contra o Sargento Otaga e para evitar que aberrações como essas voltem a ocorrer, o Deputado Capitão Augusto protocolou o Projeto de Lei nº 3.388, de 2015, que exige que, no caso de outra instituição realizar prisão em flagrante de policial ou militar, por ato praticado no exercício da função ou em razão dela, tenha que haver obrigatoriamente o comparecimento e a concordância do Ministério Público, garantindo, assim, a independência das instituições e o cumprimento da lei.


O projeto prevê também a necessidade da presença de representante da corporação do policial ou militar para acompanhar a prisão.


Capitão Augusto explica que algumas autoridades, como juízes, promotores e advogados, têm em lei procedimentos diferenciados para que seja realizada a sua prisão, em razão da função pública que exercem e para que não haja conflito entre instituições. Não se trata de nenhum privilégio mas, tão-somente, de garantia de independência e da plena execução da lei.


Por essa mesma razão, também no campo policial e militar afirma ser necessário um ajuste no sistema, para que uma instituição não se sobreponha à outra.


Com isso não teremos mais espaços para abusos e conflitos envolvendo os órgãos policias do país.



Acrescenta artigo ao Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941, Código de Processo Penal.

O Congresso Nacional Decreta:

Art. 1º Esta lei acrescenta artigo ao Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941, Código de Processo Penal, regulando a prisão de policiais e militares.

Art. 2º O Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941, Código de Processo Penal, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 300-A:

“Art. 300-A A prisão temporária, preventiva ou em flagrante de policial ou de militar, em razão de ato praticado no exercício da função ou em razão dela, deverá observar o seguinte procedimento:

I – se for realizada pela própria instituição do policial ou do militar, deverão ser comunicados o Ministério Público, a Defensoria Pública e o chefe imediato do preso;
II – se for realizada por outra instituição:
a) quando decorrente de mandado judicial, este deverá ser cumprido em conjunto com a corregedoria da instituição do preso;
b) quando decorrente de prisão em flagrante, deverá ser feita na presença de superior da instituição a que pertence o preso, mediante comparecimento obrigatório e a aquiescência do Ministério Público para a lavratura do flagrante.” (NR)
Art. 3º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICATIVA

Algumas autoridades têm em lei procedimentos diferenciados para que seja realizada a sua prisão, em razão da função pública que exercem e para que não haja conflito entre instituições. 

Esta condição não estabelece nenhum privilégio mas, tão-somente, assegura a independência e a plena execução da lei.
Cito como exemplo a prisão em flagrante de um juiz, de um membro do Ministério Público ou de um advogado, os quais devem ser acompanhados obrigatoriamente por um representante da instituição.

Por essa mesma razão, entendo que, no campo policial e militar, necessitamos de um ajuste no sistema, pois não podemos e não devemos ter uma instituição se sobrepondo à outra.
A falta de um regramento que preserve a independência das instituições tem gerado conflitos envolvendo órgãos policias em todo o país.

À vista disso, este projeto propõe que no caso de prisão de policiais ou militares, além do acompanhamento de representante da instituição, quando se tratar de prisão em flagrante, tenha que haver o comparecimento do Ministério Público, a fim de que, como fiscal da lei e titular da ação penal pública, aquiesça, ou não, com a prisão em flagrante do policial ou militar, garantindo, assim, a independência das instituições e o cumprimento da legislação. 
Conto com o apoio dos nobres pares para aprovar este projeto que trará um importante aperfeiçoamento da norma processual penal brasileira.

FILHA DE BOMBEIRO DESAPARECIDA É ENCONTRADA




SOS BOMBEIROS: Graças a Deus a menina Agatha já se encontra em casa nos braços dos pais. Agradecemos a todos que compartilharam a notícia e contribuiram de alguma forma para o deslinde deste caso

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

BOMBEIRO ADMITE QUE DOCUMENTO DE PIZZARIA QUE EXPLODIU DESAPARECEU.

(Foto:Ronaldo Alcântara comandante dos Bombeiros RJ./Fonte:Jornal Extra)



Rio - Nem o Corpo de Bombeiros sabia onde estava o laudo aprovando a utilização de GLP na pizzaria Dell’Arco, principal suspeita do vazamento de gás que explodiu um quarteirão da Rua São Luiz Gonzaga, em São Cristóvão na última segunda-feira.

A corporação emitiu uma nota oficial em que reconhece a desorganização. 'Não foi localizado, no sistema ou arquivos físicos da corporação, documento que atestasse regularidade dos sistemas da referida pizzaria'. No mesmo comunicado, os bombeiros informam que a prefeitura encontrou o documento perdido, anexado ao alvará. A data da autorização também surpreende: é de dezembro de 2001.

O restaurante Ipueira, que funcionava ao lado e também foi destruído, tem laudo de 2005. Tanto tempo depois, não consta que nova vistoria tenha sido feita nas lojas. "Isso deveria acontecer de três em três meses, pelos bombeiros e pela prefeitura”, acusa o engenheiro civil e conselheiro do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, Antônio Eulálio Araújo. “A perícia vai apontar, mas são fortes os indícios que o vazamento tenha sido na pizzaria, pois as embalagens foram parar sobre um prédio de dez andares”, avaliou.

Deixe seu comentário sobre a perda do documento.


Fontes:http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-10-21/bombeiro-admite-que-documento-de-pizzaria-que-explodiu-desapareceu.html
O Dia.

Comissão de segurança pública da ALERJ investigará sobre ameaças sofridas por Bombeiros nos atendimentos

Comissão quer saber sobre treinamento do Corpo de Bombeiros

Socorristas são ameaçados por criminosos durante atendimentos em áreas de risco




Rio - A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj, presidida pela deputada Martha Rocha (PSD), vai cobrar do comando do Corpo de Bombeiros explicações sobre treinamento que militares recebem para atuar em áreas de risco. A deputada enviará ofício após O DIA mostrar ontem que equipe de socorristas ficou no meio do fogo cruzado, dia 18, no morro do Fallet, em Santa Teresa.

Os bombeiros foram agredidos por moradores que atacaram a ambulância. Eles foram chamados para socorrer dois baleados durante troca de tiros entre PMs e bandidos. Um dos feridos morreu no local.

Bombeiros ouvidos pelo DIA contaram a rotina de violência que passam durante a prestação de socorro em comunidades. Segundo eles, os miliares não constantemente abordados por traficantes com arma em punho e são ameaçados. Martha Rocha quer saber do comando dos bombeiros qual é o tipo de orientação dada aos socorristas quando atendem ocorrências em áreas de conflito e que tipos de equipamentos de segurança são disponibilizados pela corporação.

A presidenta da comissão também vai enviar ofício à PM para quer saber o que os policiais militares são orientados a fazer em casos como este. A capitão-médico dos Bombeiros Juliana Rangel afirmou que a equipe foi coagida por PMs a prestarem o socorro durante o confronto, caso contrário seriam presos. A denúncia da capitão-médico foi feita no livro de registros do quartel central da corporação.

Socorristas das Ambulâncias do CBMERJ correm risco de morte

Socorristas pedem socorro para cumprir sua missão

Documento assinado por médica do Corpo de Bombeiros revela cotidiano de pânico no Rio


Rio - ‘Ao chegarmos no local, constatamos que tratava-se de cenário de risco para a guarnição. A PMERJ (Polícia Militar) estava em confronto armado com criminosos." O relato, de próprio punho, é da capitão-médico do Corpo de Bombeiros Juliana Rangel e foi feito no livro de registros do quartel do Centro, após ela e dois bombeiros ficarem no meio do fogo cruzado no Morro do Fallet, em Santa Teresa, no domingo 18. “Fomos coagidos a entrar na zona de conflito tanto pela população de civis quanto pela PMERJ.”


De acordo com o texto de Juliana, o comandante da UPP Fallet ameaçou prender os três caso não fossem à área do tiroteio para socorrer dois moradores baleados — um deles morreu. Populares tentaram agredir a equipe e atacaram a ambulância da corporação. “Em momento algum nos recusamos a prestar atendimento às vítimas”, escreveu a capitão-médico.
Ela queria que os PMs as removessem para um local seguro, onde pudessem fazer o trabalho sem risco. A equipe estava sem colete à prova de balas ou capacete adequado.

Situações como essa retratam o cotidiano dos quase seis mil bombeiros que atuam na capital, onde as favelas são dominadas por traficantes. A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros informou que os militares não recebem treinamento para atuar em áreas onde há confrontos. Eles só podem entrar em momentos de tiroteio com apoio da Polícia Militar. Mesmo assim, apenas quando se sentirem seguros.

Nem é preciso que haja troca de tiros entre criminosos e polícia para que os socorristas se exponham a riscos. Ser abordado por criminosos armados na entrada das favelas faz parte do dia a dia deles. “Já fui parado na subida de uma comunidade do Grajaú por traficantes armados que nos impediram de subir porque era aniversário do chefe de tráfico do local e estava tendo uma festa. Tivemos que obedecer as ordens dos bandidos”, contou um bombeiro, que não quis se identificar.

Presidente da Comissão de Defesa Civil da Câmara, o vereador e major bombeiro Marcio Garcia (Rede) classificou de constrangedor o caso sofrido pela equipe no Fallet. “Vejo a agressão à capitão com muita tristeza. Há vários casos em comunidades em que o bombeiro passou por situações assim, de ser xingado, tomar tapa na cara. É uma humilhação”, lamentou o vereador.


Risco para cumprir a missão


São muitas as histórias de bombeiros que passam aperto para tentar cumprir a missão de socorrer quem precisa. Sob anonimato, para não ferir o regulamento militar, alguns deles contaram alguns episódios. Um relata que foi obrigado a correr risco na comunidade após receber ordens de traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros.

“Eles queriam entrar na ambulância de fuzil e nos levar até um dos comparsas que estava ferido por granada. Tive que dizer não, mas corri o risco”, conta o bombeiro. “Consegui convencê-los a ir na frente de moto e, quando chegamos ao local, havia mais de 30 bandidos armados e o ferido já estava morto. Fomos obrigados a levar o corpo até o hospital. Passar por traficantes armados e receber ordens deles acontece todos os dias durante nosso serviço”, reclama o militar.

Outro bombeiro contou que em áreas pacificadas costumam ter o apoio dos PMs que os levam até o local da ocorrência. “Mas eles têm fuzil, carro blindado e colete à prova de balas. Nós não temos nada. Não recebemos nem treinamento para atuar em áreas de risco”, denunciou.

No caso do Fallet, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora informou que a equipe dos bombeiros foi orientada pelos policiais sobre o melhor momento para a entrar na comunidade e que não houve impedimento ao socorro da vítima por parte da PM.

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-10-24/socorristas-pedem-socorro-para-cumprir-sua-missao.html#


SOS BOMBEIROS: "As orientações são conflitantes, pois somos subordinados administrativamente e operacionalmente por vários comandos (GSE,COGS,GBM,CICC etc..), gerando certas dúvidas na execução da missão; nesse sentido trabalhamos de forma amadora, falta ainda profissionalismo nesse assunto" 

As determinações de protocolos internacionais dizem que as equipes devem ter treinamentos específicos para atuarem nesse cenário, aqui  no Rio eles nos orientam ir para uma área segura e estabelecer contato com a central de regulação de chamadas 192/193  e aguardar um melhor momento para atender as vitimas. " Tipo usem o bom senso". Diz um oficial enfermeiro.

Ou seja, a corporação precisa pensar pra ontem definir com clareza os protocolos que visem a segurança destes profissionais. Sem dúvida vivemos em guerra civil na cidade do Rio de Janeiro; a vida de um socorrista não vale a de dez vítimas.

Estado maior Geral, não aguarde uma notícia de óbito chegar às portas da corporação para se estabelecer procedimentos de segurança para estes profissionais que atuam em missões reais de vida ou morte, quase que as 24hs de seu serviço. Protejam os seus heróis.


domingo, 25 de outubro de 2015

FILHA DE BOMBEIRO DESAPARECIDA

Estamos com a filha de um irmão bombeiro desaparecida, caso tenham alguma informação façam contato com a família através do tel: 21 36941591, estão todos muito abalados.


Estamos falando da filha do Subten Charles Fernandes Esterque - do DBM1/11.  Ela desapareceu em Maricá no dia de ontem 24/10/2015 entre 15:30 e 16:00h. 

Seu nome é Agatha Charlaine Trindade Esterque, 13 anos. 




O ocorrido se deu na Rua sessenta e quatro, Bairro jardim atlântico central, Maricá - RJ



SOS BOMBEIROS: Estejamos também em oração para que nada mal ocorra com a Agatha, e que volte logo para os braços de seus pais.

sábado, 24 de outubro de 2015

O MASSACRE DE POLICIAIS MILITARES CONTINUA NO RIO DE JANEIRO

Nós, Policiais Militares, somos as principais vítimas da "pacificação".




"Jornal O Dia
24/10/2015 00:05:35
PM assassinado em Duque de Caxias será sepultado neste sábado
Agentes da Polícia Civil não descarta a hipótese de Fernando Monteiro, de 40 anos, ter sido executado Rio - O sargento da Polícia Militar, Fernando Monteiro, de 40 anos, será sepultado na tarde deste sábado, Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Ele estava em seu carro, na Rua Expedicionário Aquino de Araújo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, quando foi abordado pelos criminosos. Uma das hipóteses levantadas pelos agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) é que o PM tenha sido executado (Fonte)."



Fonte: http://www.sospoliciais.com/2015/10/o-massacre-de-policiais-militares.html

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

OS LADRÕES DO BRASIL

Joice Hasselmann, da Veja, na semana passada, dentro do quadro o salto agulha, esviscerou toda a gestão de Lula e Dilma para não deixar dúvidas sobre o que eles fizeram ao Brasil nestes últimos anos. Assistam: 





SOS BOMBEIROS: Sem mais palavras.

18 GBM - CABO FRIO, QUARTEL SEM COMANDO

Por E-mail:

Como não temos segurança e nem confiança em alguém no Estado Maior Geral, garantias de que não sofreremos com as covardias militares, buscamos este canal para dar publicidade, e pedido de intervenção, nas arbitrariedades cometidas por este comandante.


Mais uma vez viemos denunciar o comando do 18º GBM. Não aguentamos mais, o Tenente Coronel BM Couri é só um enfeite decorativo na sala de comando.


Ten Cel BM Couri


Como todos sabem este oficial não cumpre com suas palavras, tem medo de tomar decisões e sacrifica toda tropa em detrimento de seus olheiros protegidos. 
Nem cumprir as novas determinações do comando geral quanto a nova rotina no expediente ele cumpre.


SUB TEN CLAUDINEI - RG 14.805: Durante os quase dois anos de Comando do Ten Cel Couri, o referido militar NUNCA tirou um plantão, não faz parte do expediente e nem da fileira. Isso mesmo, são quase dois anos em casa. Quando aparece, raramente, é para fazer uma estante ou outra coisa de menos importância; sempre pegando alguém da fileira.

Essa denúncia pode ser confirmada através das escalas de serviço ou até mesmo no próprio boletim do quartel, onde nada consta referente a este “militar”.


SUB TEN SILVIO - RG 12.568: Esse também quase não aparece no quartel e por incrível que pareça o Ten Cel Couri tem que baixar cabeça para o subtenente. Por que Praça especial?
Não. Tem o grau maior que o Tenente Coronel na maçonaria. É isso mesmo, no 18º GBM é “disciplina, hierarquia e maçonaria”.


1º SGT BM LAPORTE - RG 12.640: Esse sumiu da escala. Há quase dois meses não se sabe onde está. Segundo informações está de licença especial em caráter excepcional, porém até hoje pelo que foi consultado, não existe nada publicado no boletim da SEDEC, o comandante sabe dessa situação e nada faz. Parece ter medo.


3º SGT BM VINICIUS - 25.966: Esse praça se acha mais que o comandante geral. O sargento estava clasificado na SAD do quartel, onde nada fazia. Ficou 04 (quatro) meses sem tirar plantão, mesmo depois de o Comandante Geral ter determinado que o pessoal do expediente tirasse dois plantões por mês. Além de não tirar os plantões, o mesmo disse a um 1º Sargento o seguinte: “EU NÃO TIRO PLANTÃO E QUERO VER QUEM VAI ME FAZER TIRAR,” e não é só isso.

Em outro momento, esse sargento ameaçou um 1º Sargento de agressão física, mas a pesar disso, hoje o referido praça, segundo o “comandante”, será o futuro CHEFE DA SEÇÃO DE MOTO, mesmo no quartel não existindo motocicletas. Logo, o sargento simplesmente passa o dia todo andando pelo quartel bajulando o Ten Cel Couri, fazendo papel de “LEVA E TRAZ”.

Para coroar toda essa indisciplina e transgressão o Ten Cel Couri o homenageou com o “Destaque do Mês Operacional”.


Sargento Vinicius - RG 25.966


PARA ENCERRAR: O Ten Cel Couri, supostamente estaria emitindo documentos de aprovação para eventos sem a apresentação de todos os documentos necessário para abertura do processo. Exemplo, o “CABOFOLIA”, (são aquelas famosas e antigas denuncias da seção de engenharia).

Alem disso, todas as sextas-feiras o Ten Cel se reúne com os oficias Maçons para um suposto rateio da engenharia; isso pode ser constatado através da câmera que o Ten Cel Couri instalou na entrada do seu gabinete, a não ser que ele apague após a cada encontro.

Informamos ainda que estas denúncia serão também remetida ao Ministério Publico, para que seja apurado a escala e ausência dos militares; a ameaça de agressão do 3º Sgt BM ao graduado, bem como a omissão do Comandante que soube do caso e não instaurou nenhum procedimento apuratório.

Desde já agradecemos a este canal pela disponibilidade.


SOS BOMBEIROS: Diante do exposto solicitamos que o Estado Maior Geral apure todas estas graves denúncias. E também disponibilizamos aos militares citados na denúncia o direito de resposta, caso queiram prestar algum esclarecimento. 

No mais, lamentamos tantos problemas advindos da administração do ilustre Ten Cel BM Couri.

E-mail: sosbombeirosrj2@gmail.com
whatsapp: (21) 98181-8204

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

INCÊNDIO ATINGE FÁBRICA EM VIGÁRIO GERAL, NA ZONA NORTE DO RIO.

Corpo de Bombeiros tentava combater as chamas por volta das 19h45.
Chamas começaram por volta das 18h, segundo moradores.

Foto: Casas pegando fogo. (Whatsapp)

Um incêndio atingiu nesta quinta-feira (22) uma fábrica na esquina das ruas Figueiredo Rocha e Isidro Rocha, em Vigário Geral, na Zona Norte do Rio. As chamas começaram por volta das 18h, segundo moradores. Até as 19h50 não havia informações de feridos.


O Corpo de Bombeiros foi acionado às 19h02 e tentava combater as chamas por volta das 19h45. De acordo com informações do quartel de Parada de Lucas, o incêndio é de grandes proporções e quatro carros tentavam combater as chamas no local.







Fotos: Via Whatsapp

BOMBEIROS COMBATEM INCÊNDIO NO CENTRO DO RIO.

Fogo atingiu um depósito de bebidas na Rua Marcílio Dias.

Até as 11h40 não havia informações sobre feridos.



Bombeiros do quartel Central foram acionados para um incêndio na Rua Marcílio Dias, no Centro do Rio, na manhã desta quinta-feira (22). De acordo com a corporação, até as 11h40 não havia informações sobre feridos.

De acordo com as primeiras informações, o fogo começou por volta das 11h em um depósito de bebidas. Ele teria atingido os dois primeiros andares do imóvel.
Matheus Lauriano, que trabalha em um prédio na Central do Brasil, contou que a fumaça podia ser vista de longe.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, as Ruas Senador Pompeu e Marcílio Dias, altura da Rua Bento Ribeiro, foram interditadas para o trabalho dos militares.







quarta-feira, 21 de outubro de 2015

INCÊNDIO ATINGE IMÓVEL EM SÃO CRISTÓVÃO, NA ZONA NORTE DO RIO

Corpo de Bombeiros tentavam controlar as chamas por volta das 19h40.

Rua São Cristóvão foi interditada, entre a Figueira de Melo e a Escobar.



A Rua São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, foi interditada por volta das 19h40 desta quarta-feira (21) entre a Rua Figueira de Melo e a Rua Escobar devido a um incêndio no local. O Corpo de Bombeiros trabalha no local com quatro carros. Até as 20h não havia informação sobre feridos.



Em entrevista ao G1, o  funcionário de um posto de gasolina próximo ao local,o incêndio começou por volta das 19h20. No local, funciona uma loja de ferramentas e ferragens, que ficou completamente destruída. Ele disse que a loja já estava fechada.

“Pegou uma loja de peças de automóveis e pegou no imóvel ao lado. Como os bombeiros chegaram, eles controlaram as chamas, que já estavam chegando na fiação”, disse o estudante Cristiano Tavares, que trabalha perto do local.


Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, o trânsito para quem vem da Rua Figueira de Melo foi desviado para Rua São Cristóvão, sentido Av. Pedro II.

O comerciário Marcus Serdeira, 53 anos, mora em uma vila ao lado dos imóveis que pegaram fogo. "Só vi a labareda e sai correndo de casa".

O morador destacou que todo o comércio já estava fechado quando o fogo começou. "Parece que começou em uma loja de consertos de veículos", sugeriu o comerciário. Marcus destacou não ter ouvido nenhum som semelhante a explosão nem percebido algum possível vazamento de gás na vizinhança.



Um bombeiro que estava no local combatendo o fogo disse que ao menos três lojas e outros os imóveis residenciais foram atingidos pelas chamas. Ele afirmou que ninguém ficou ferido e que ainda não era possível saber as causas do incêndio.

O bairro é o mesmo onde, na segunda (19), aconteceu uma explosão que deixou oito feridos. Várias casas foram interditadas pela Defesa Civil. A polícia investiga as causas do acidente.




MAIS UMA BOA PROPOSTA NO PLENÁRIO FEDERAL

Em 1º turno, Câmara aprova direito a acúmulo de cargos por PMs. Projeto do deputado Alberto Fraga (DEM-DF)


Proposta de emenda à Constituição permite a esses militares a acumulação de cargos de professor, de profissional de saúde ou técnico-científico quando houver compatibilidade de horários.


Sessão plenária dirigida pelo Capitão augusto. Aquele entrevistado pelo Subtenenete Valdelei

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/03, que autoriza o acúmulo de cargos por policiais e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal nas áreas de educação e saúde.

A proposta, de autoria do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), foi aprovada por 442 votos, na forma de substitutivo da comissão especial, que fez apenas ajustes formais ao texto.

A PEC autoriza a acumulação de cargos de professor, de profissional de saúde ou técnico-científico a esses militares quando houver compatibilidade de horários.

“Vamos reparar uma injustiça que foi feita anos atrás com os policiais e bombeiros militares. O texto permite ao policial que ele dê aula, por exemplo. Permite que um médico militar possa atender em horário que não atrapalhe suas funções”, argumentou o autor da proposta.



Legislação atual

Atualmente, esses profissionais passam para a reserva quando assumem permanentemente cargos públicos civis. Em caso de cargo temporário, a função pode ser acumulada por até dois anos.

A Constituição permite, no caso geral, o acúmulo de dois cargos de professor; de um cargo de professor com outro técnico ou científico; e de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.

A Emenda Constitucional 77, de 2014, permitiu aos militares das Forças Armadas a acumulação de cargos da área de saúde. Um médico, por exemplo, poderá exercer essa atividade como militar e também como servidor civil em outros hospitais.
Fonte: http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/em-1%C2%BA-turno-camara-aprova-direito-a-acumulo-de-cargos-por-pms/



SOS BOMBEIROS: É sempre bom vermos que ainda temos representantes que não desistiram de lutar pelas classes que o elegeram. O como sempre dizemos: 

- "O verdadeiro representante não faz aquilo que ele quer, mais sim o que os seus representados acham ser o melhor"

13º SALÁRIO DE BINÓCULOS AO CONTRÁRIO




SOS BOMBEIROS: "Nada é tão ruim que não possa piorar". Já dizia a canção de recrutamento no Bombeiro. Esse governo está mais ferrado do que tudo, se enrolou nas próprias maracutaias, e quem sofre as consequências são os trabalhadores.

Não era difícil suspeitar que essa gestão seria o que está aí, agora o que não sai da lembrança foi a defesa enfática por parte de alguns em favor do voto nulo, ajudando aos ladrões se elegerem. Isso dói bem mais que a cada notícia negativa do governo. De repente assim ficamos um pouco mais atento ao que andam dizendo por aí.