terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O que você pensa sobre a carreira única dentro das corporações militares e civil?

Qual modelo de segurança pública precisamos para democracia brasileira?




Discuta sobre segurança pública.

Fonte: mudamos.org

17 comentários:

  1. NÃO TEM COMO ENTENDER O POVO. TIPO ASSIM É DESTE JEITO QUE É O POVO SE O POLICIAL PRENDE EM FLAGRANTE DA VOZ DE PRISÃO AO HOMEM ESTRUPADOR ALGEMASE ELE NA FORMA DA LEI, ALGUNS QUE ESTÃO PRESENCIANDO A PRISÃO FALA ASSIM: MATA ESTE ESTRUPADOR E OUTROS ASSIM NÃO FAZ ISTO COM O COITADINHO NÃO. VOCES ESTÃO ENTENDENDO COMO ESTÃO E COMO SÃO AS PESSÔAS? ESTÁ MUITO DIFÍCIL HOJE EM DIA DE ENTENDER A HUMANIDADE NO MUNDO TODO PORQUANTO HA ADVERCIDADES DE PENSSAMENTOS UNS PENSAM DE UMA FORMA E OUTROS DE OUTRA. CONCLUSÃO DIANTE DE TODAS AS COISAS QUE ACONTECE O CULPADO NISTO TUDO SEMPRE VAI SER, E SEMPRE SERÁ O POLÍCIAL QUE ESTÁ NADA MAIAS DE CUMPRIR COM SEUS DEVERES NA FORMA DA LEI. DEU PARA ENTENDER?

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  2. NINGUÉM CONSEGUIRÁ NEUTRALIZAR A ADVERCIDADES DE PENSAMENTOS DO POVO.

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  3. Que polícia precisa ter? Que polícia preciso ser ? Sera que é para a população que devemos perguntar ? Será que é para o poli cial militar ou civil? Me perdoe senhora Marta Rocha, mas está pergunta já foi feita e respondida a muito tempo e o CPM está aí para o militar e CPC está aí para o civil e O policial e a população de bem que anda direito , não comete crimes nem contravenção, não dita que polícia quer ter , quem dita para a sociedade que polícia quer ter é o criminoso que recebe o policial com fuzil nas ocorrências e o cidadão que desrespeita as leis neste pais . Até quando este discurso hipócrita de que a culpa é do policial tentando preservar a sua integridade física neste país em guerra meu Deus ?

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  4. O modelo seria igualdade para tds. O pau que dá em Chico dá em Francisco.

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  5. O modelo seria igualdade para tds. O pau que dá em Chico dá em Francisco.independente de posto ou graduação.

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  6. O que realmente estamos precisando é melhorar a educação em casa, nas escolas, nas universidades, na política, em todos os setores. Só assim acredito que poderemos pensar em democracia e resultados positivos para o povo.

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  7. Sou a favor da carreira única, entrando como soldado e indo até coronel. Porém, com o seguinte diferencial: ser OBRIGATÓRIO escolaridade de nível superior a TODOS os candidatos. Assim, melhoraríamos e muito o nível da tropa

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  8. aos especialistas POLICIOLOGOS13 de fevereiro de 2016 14:42

    Não se confronta vagabundo com flores, Polícia tem que ser repreciva e em alguns casos agressiva e principalmente BEM REMUNERADA, todo sociólogo fala da Polícia como prossionais despreparados para lidar com crises que para eles que são TEÓRICOS, tem a solução através cursos que são ministrados por eles mesmos, então amigos todos esses depoimentos relatados no vídeo só serviu para confirmar aquilo que todos nós sabemos: muitas idéias , muitas opiniões de " especialistas" e nada de concreto e nada de melhores condições de trabalho , principalmente melhor REMUNERAÇAO, portanto, vcs expert em seg pública, já que são tão conhecedores, dêem mais VALOR AO POLICIAL , parem de teorias e sejam mais PRÁTICOS, em outras palavras , PAREM DE CONVERSA FIADA , QUEM TRABALHA NO FRONT NÃO AGUENTA MAIS POLICIOLOGOS,

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  9. Sinceramente moderador, o que tem haver este vídeo com o título da postagem ?

    " O que você pensa sobre a carreira única dentro das corporações militares e civil?
    Qual modelo de segurança pública precisamos para democracia brasileira? "

    Até a PEC 51 que sou RADICALMENTE contrário, porque a grande maioria que bradam o fim do MILITARISMO, não tem conhecimento do mal, e das mazelas que virão pra nós, assim que essa PEC 51 for aprovada, ou seja, o atual Governo quer na verdade enfraquecer o maior CONTINGENTE DE MILITARES, que somos nós em todo País, as POLÍCIAS MILITARES ! Portando é latente a subjetivação deste vídeo, cuidado para vocês não induzirem a tropa ao erro.

    Att: Subtenente BM Valdelei Duarte.

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  10. E para vocês compreenderem, leiam essa explicação de um especialista.

    POLICIOFOBIA
    Por Filipe Bezerra.

    A policiofobia é uma construção cultural que pode ser conceituada como a promoção sistemática do ódio, da aversão, do preconceito, do descrédito e da desmoralização dos profissionais de segurança pública do Brasil.

    Ao contrário do que imagina o senso comum a policiofobia não é consequência da violência policial ante a população de periferia, e tampouco é uma resultante do período do regime militar. A população de periferia historicamente nunca teve voz e a maioria dos policiais de hoje sequer viveram ou tiveram alguma ligação direta com o período dos chamados "anos de chumbo".

    Ela é, na verdade, uma construção artificiosa e ideológica de setores da política, da mídia e da academia, e é propagada, em regra, por indivíduos das classes média e alta que, no alto de suas torres de marfim, nunca sofreram abusos ou violência de policiais.

    Não se pode negar, entretanto, que em meio ao efetivo das polícias exista uma minoria de psicopatas, corruptos e demais espécies de bandidos de farda, mas ninguém deseja mais que estes sejam excluídos, processados e presos do que a grande maioria de policiais honestos e de bem que tem a sua reputação profissional maculada pelas transgressões e crimes dos maus policiais. Mas é importante dizer que em nenhum outro grupo profissional o todo é julgado pela parte através de uma maliciosa e sistemática campanha de desmoralização.


    Continua...

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  11. Continuação...

    Não faz muito tempo em que a mídia brasileira abordava o trabalho policial se não de uma forma positiva, mas, pelo menos, de uma forma neutra que possibilitava ao homem comum fazer um juízo de valor solidário aos homens e mulheres que arriscam a vida nas ruas na nobre missão servir e proteger a sociedade. De uma hora pra outra fatos isolados começaram a ganhar destaque e serem superdimensionados. A grande maioria das ações policiais - legítimas por natureza - passaram a ser solenemente ignoradas, de uma forma que hoje quase toda a cobertura do trabalho policial na grande mídia é em forma de pauta negativa. As séries e filmes policiais que exaltavam a humanidade, o heroísmo e a bravura desses profissionais sumiram e hoje é praticamente impossível encontrar uma produção cultural onde o personagem policial tenha razão.

    Como os militares voltaram para os quartéis após a redemocratização a polícia passou a ser o bode expiatório preferido de pseudointelectuais da academia e da política que, para promoverem a “luta de classes” através de um revanchismo tardio e descabido, fomentam abertamente à tolerância( e o estímulo moral) ao banditismo e, por conseguinte, a criminalização da atividade policial legítima.

    O produto cultural destas ações é a grande inversão de valores que produz hoje no país a enorme sensação de impunidade que fez explodir a criminalidade. Essa mentalidade que odeia a polícia “opressora” invadiu também o judiciário já nos bancos universitários, e os policiais foram empurrados assim para uma legalidade que, de tão estreita, virou uma espécie de corda bamba onde se o policial age é acusado de abuso e caso se omita é acusado de prevaricação. Operou-se a assim um verdadeiro desmonte do arcabouço jurídico de proteção à atividade policial. Hoje no Congresso Nacional, por exemplo, partidos políticos que sobrevivem da promoção do caos patrocinam projetos que querem acabar com auto de resistência e com o crime de desacato o que, se concretizado, sepultaria de vez a polícia e entregaria o Brasil de bandeja ao crime.


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  12. Continua...

    Em países de cultura sadia o heroísmo e a bravura da polícia é estimulada. Policiais que trocam tiros com bandidos perigosos são aclamados e valorizados, e não são raras as vezes que são promovidos por bravura pelas autoridades constituídas. No Brasil a mesmas ações resultam sempre numa presunção de culpabilidade de forma que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um policial ter, por exemplo, uma legítima defesa putativa reconhecida pelo judiciário. Ao policial brasileiro é presumido quase sempre o erro, a má fé, o excesso, o abuso e, muitas vezes, o crime. Abandonados pelo estado e escutando apenas a parte esquizofrênica da sociedade que os condena, os policiais ficaram entregues à própria sorte e, por isso, são jogados à omissão.

    O fomento da desmoralização da polícia ante a população menos letrada produziu também um paradoxo: se a polícia é violenta, ela deveria provocar medo e respeito na população e na criminalidade. Não é o que acontece. Se multiplicam as ocorrências em que pessoas desrespeitam a figura dos policiais e avançam sobre eles, o que tem causado mortes e lesões dos dois lados. Num passado recente era inconcebível uma pessoa sã atacar um policial armado.

    Ante esse quadro, a desumanização da figura do policial veio à reboque. É possível observar uma certa psicopatia no ar ao ver que a sociedade não demonstra nenhuma empatia com os operadores de segurança pública que tombam assassinados por marginais. É como se o discurso hegemônico de proteção ao banditismo e criminalização da polícia produzisse uma Síndrome de Estocolmo coletiva, onde os indivíduos passaram a ter simpatia por seus algozes e odiar seus protetores, assim como ovelhas que odeiam cães pastores e sorriem simpáticas para os lobos que as devorarão.

    Não se combate a criminalidade vestindo camisas brancas e pedindo paz. Nenhum bandido abandonará o crime e se tornará um trabalhador por causa disso. É preciso que a sociedade entenda em sua plenitude o velho adágio romano: si vis pacem, para bellum, que, nos dias de hoje, significaria: se queres paz, apoie a polícia. É preciso sustar o cheque em branco da impunidade e da hipocrisia e valorizar os soldados cidadãos que, ao fazer o enfrentamento direto ao crime, tentam devolver as ruas do país às pessoas de bem.

    Filipe Bezerra é Policial Rodoviário Federal, bacharel em Direito pela UFRN, pós-graduado em Ciências Penais pela Anhaguera-Uniderp, bacharelando em Administração Pública pela UFRN e membro da Ordem dos Policiais do Brasil.

    Att: Subtenente BM RR Valdelei Duarte.

    JUNTOS SOMOS FORTES

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  13. Carreira única, civil e municipal. Afinal, quem conhece o seu quintal sabe onde onde estão as ervas daninhas... E as extirpa mais rápido.

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  14. Carreira única, civil e municipal. Afinal, quem conhece o seu quintal sabe onde onde estão as ervas daninhas... E as extirpa mais rápido.

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