sexta-feira, 19 de agosto de 2016

APÓS MAIS DUAS MEDALHAS , ATLETAS DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL SUPERAM META


O programa de incentivo aos atletas das Forças Armadas do Brasil tinha uma meta para os Jogos Olímpicos do Rio: que os atletas militares conseguissem ao menos dez medalhas para o país.

A Olimpíada ainda tem mais três dias de competições, mas o número já foi superado após dois ouros conquistados nesta quinta-feira (18). O número de láureas proveniente de Atletas das Forças Armadas é de 80% do total de medalhas —12 das 15.

O objetivo foi superado depois de uma disputa emocionante na vela. Militares da Marinha, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze conseguiram ultrapassar as adversárias da Nova Zelândia na reta final da prova e puderam ouvir o hino nacional no lugar mais alto do pódio à beira da Marina da Glória com o gesto da continência.


Na madrugada de quinta para sexta, a dupla do vôlei de praia Bruno e Alison não bateu continência durante o hino, mas ficaram em posição de sentido. Ao fim da execução, porém, fizeram reverência à bandeira do Brasil.

As duas demonstrações de respeito não foram exclusivas das duplas. O atirador Felipe Wu (prata), o judoca Rafael Silva (bronze), os ginasta Arthur Nory (bronze) e Arthur Zanetti (prata), Thiago Braz, do salto com vara (ouro), o boxeador Robson Conceição (ouro) e a dupla do vôlei de praia Ágatha e Bárbara (prata) prestaram continência no pódio. Já as judocas Rafaela Silva, campeã olímpica, e Mayra Aguiar, bronze, e a nadadora Poliana Okimoto (bronze), não.

No Pan de Toronto, todos os medalhistas realizaram o cumprimento militar, e a atitude gerou polêmica.

PROGRAMA DE INCENTIVO

Com 145 atletas, as Forças Armadas têm 30% dos esportistas brasileiros na Olimpíada. É um contingente maior do que o registrado em Londres-12, quando eles representavam 20% dos 259 atletas da delegação brasileira.
A maioria não é militar de carreira —tem apenas o apoio de Marinha, Exército ou Aeronáutica.

O apoio é fruto de um programa de alto rendimento iniciado em 2008. Para se tornar militar temporário, os atletas passam por um treinamento de 45 dias. Estudam a hierarquia militar, passam por teste físico, aprendem a marchar e a prestar continência.


Depois desse período, os atletas não vivem a rotina militar nem frequentam o quartel. São esporadicamente convocados para alguns eventos e obrigados a comparecer. A maioria nem frequenta as instalações militares.







infograficos - Atletas militares na delegação do Brasil
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Rio-2016
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Londres-2012
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Rio-2016
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12 comentários:

  1. Igual a nossa Selminha Sorriso...ela só aparece esporadicamente no CBMERJ... Nunca é escalada em serviços extras compulsórios...e ela é nossa atleta da Marques de Sapucaí !!!
    Kkkkk
    Vergonha isso !!!

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    1. Mas selminha prestou concurso e foi aprovada, portanto bombeira nata

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    2. ENTROU PELA JANELA;NÃO SABE DE NADA INOCENTE.

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  2. Militar por conveniência! Eles não são militares de verdade, eles são atletas que ganharam uma carteira de militar para poder dispurar os jogos MILITARES . Por isso que as proprias forças não estão falando muito! MES QUE VEM VOCÊS VÃO COMEÇAR A PRATICAR VARIOS ESPORTES COMO, LANÇAMENTO DE CONTA PRA FRENTE. CORRIDA DE COBRADORES. CAMINHADA POR QUARTEL ETC.... # QUE SE LASQUE AS OLIMPÍADAS!

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  3. Militar que não frequenta quartel, não tira serviço, não concordo desses atletas ser chamado de MILITAR aí é mole ganhar dinheiro ser ir no quartel não sabia tb que podia ficar barbudo e prestar continência, quero ver quando acabar os oito anos de contrato aí não vai ter mais militar

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    1. Só deram uma carteira para ter contracheque e se aposentarem pelas forças armadas e aumentar mais os gastos com pessoal. É lamentável.

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  4. Por um lado um baita embuste. Mas por outro uma bela demonstração de respeito ao símbolo magno da nossa nação mt necessário nos tempos em que não se respeita absolutamente nada...

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  5. A Rede de esgoto Globo enlouquece com os Milicos...

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  6. Como foi dito aqui, não são militares, são atletas que se destacaram e ganharam a condição de militar para ter renda, pois se aqui não for esportes como futebol, volei, o cara passa fome se for depender só do esporte, e assim muitos talentos desistem. É uma maneira de incentivo. Mas não frequentam quartel e nada participam dessa vida. O CBMERJ já teve uma militar assim no CEFiD que era da esgrima. Não era vista, só treinava.

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  7. Eles recebem uma bolsa que correspondem o soldo de 3º SGT e o resto (60% )é patrocinado ministério do esporte. Eles não são milico. Esse programa foi copiado da Rússia ( comunista )e as forças armadas adoraram.Usam as instalações de esportes , médicas ,odontológicas.etc... Têm alguns milicos que acham que esse programa não existe.kkkkkkk

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