terça-feira, 30 de maio de 2017

SOBRE O ASSÉDIO MORAL

ESTAMOS PREOCUPADOS COM A SAÚDE FUNCIONAL DE NOSSA TROPA E ATENDENDO A PEDIDOS RE-ABORDAMOS ESSE TÃO IMPORTANTE TEMA QUE AINDA MUITO NOS AFLIGE :



Assédio moral:  No ambiente de trabalho, pode ser conceituado como aquele que atinge os direitos personalíssimos do indivíduo, isto é, os bens de foro íntimo da pessoa, como a honra, a liberdade, a intimidade e a imagem.

Para Hirigoyen (2003, p. 65), assediar alguém moralmente é apontar suas fraquezas, seus erros e seus defeitos até fazê-lo se sentir culpado e perder a autoconfiança. Quanto mais a pessoa duvida dela própria, mais esse trabalho de destruição será facilitado.

 

Para Guedes (2003, p. 35):
O assédio moral manifesta-se, geralmente, pelo abuso do poder ou pela manipulação perversa, sendo o primeiro de fácil percepção, porém, na manipulação perversa, o ilícito é tão silencioso que parece inicialmente algo inofensivo, mas que com a repetição torna-se destrutivo. “A violência se concretiza em intimidações, ironias e menosprezo e humilhação do transgressor diante de todos, como forma de impor controle e manter a ordem”, afirma Barreto (2000, p. 229).




A justificativa, segundo seu pensamento é que, para as chefias, é o momento propício para exemplo e controle do grupo; rebaixa o “infrator” ao mesmo tempo em que reafirma sua autoridade, manipulando o medo e aumentando a produção.

O controle e humilhações praticados pelos detentores do poder – quer sejam gerente, supervisores, encarregados, chefias e no nosso caso comandantes e outros superiores na escala hierárquica – são revelados por ações vivenciadas pelo subordinado assediado  moralmente.




A vítima submetida é subjugada, controlada, difamada, etc. Se ela se rebela, sua agressividade e malignidade serão ressaltadas. De qualquer forma põe-se em ação um funcionamento totalitário, alicerçado no medo, e que visa a obter uma obediência passiva: O outro tem que agir como o perverso deseja, tem que pensar segundo suas normas.

Assim, a vítima só tem existência na medida em que se mantém na posição de que lhe é designada. 

 Atentado contra a dignidade: Trata-se de anular o individuo, utilizam-se de insinuações desdenhosas para qualificá-lo; fazem gestos de desprezo diante dela (suspiros, olhares desdenhosos, levantar os ombros, etc...); é desacreditada diante dos colegas, superiores ou subordinados; espalham rumores ao seu respeito; atribuem-lhe problemas psicológicos (dizem que é doente mental); 


Zombam de suas deficiências físicas ou de seu aspecto físico; é imitada e caricaturada; criticam sua vida privada; zombam de suas origens ou de sua nacionalidade; implicam com suas crenças religiosas ou convicções políticas; atribuem-lhe tarefas humilhantes; é injuriada com termos obscenos ou degradantes. 




Assédio sexual: as investidas sexuais também estão incusas no conceito de atentado contra dignidade e são igualmente frequentes no meio militar mas o índice de denuncias é insignificante, chegou-se a passar mais de 3 anos sem uma única denuncia na CGU e normalmente há uma pressão por parte das chefias para que a(o) denunciante encerre o caso.  






Não se deve confundir o assédio moral com outros fenômenos do ambiente de trabalho, tais como o estresse ou a pressão do próprio trabalho, bem como conflitos velados e desentendimentos com colegas. também não devemos esquecer que precisamos provar o assédio para obter mérito judiciário contra o opressor. entretanto, 




Se  você está ou esteve em condição semelhante e necessita de orientação, amparo ou acesso a defensoria jurídica, seja praça ou oficial (acreditem eles também sofrem muito esse tipo de abuso) Associação S.O.S. Bombeiros está a sua inteira disposição.


Reajam e lutem por seus direitos pois a principal aliada dos infratores é a nossa própria conivência!




Associação S.O.S. Bombeiros

Telefone: (21)3106-6891
Aberto das 10:00 às 18:00.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

ALERJ - Quem é contra e quem é a favor do Servidor Público?


imagem do whatsapp

Como se já não bastasse os desmandos, os atrasos de pagamento e as suspeitas dos desvios financeiros que pairam sobre a administração pública estadual, a maioria dos representantes populares instituídos na casa do povo, que é a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, decidiram "por sua conta e risco" em meio a toda essa tormenta, a aceitarem a proposta do governo em aumentar a contribuição previdenciária dos servidores estaduais de 11% para 14%, a pretexto de ajuste das contas públicas.

Fato é que os "representantes populares" da Assembleia Legislativa, decidiram por uma ação que o próprio povo não parece concordar, haja visto as intensas  manifestações contrárias a essa decisão, que por várias vezes resultaram em confusão e caos a frente e nas regiões circunvizinhas a esta casa. A impressão deixada é que não se fora esgotada todas as possibilidades de remanejamento financeiro por parte da administração pública estadual que se focou nesse desconto previdenciário como tábua de salvação de fechamento de suas contas públicas.

Ora, vejamos! Se o povo não quer e os representantes populares assinaram, resta fazer uma única pergunta:

- A QUEM ELES ESTÃO REPRESENTANDO??

A fim de trazer a luz a informação, estamos disponibilizando o nome dos 39 distintos deputados representantes do povo qual votaram a favor do aumento previdenciário e sendo assim, cabe a você eleitor definir se está sendo bem representado manifestando o seu sentimento nos comentários abaixo e respondendo a nossa enquete.

Aos demais 26 deputados quais votaram contra, nos resta agradecer por permanecerem fieis aos desejos do povo.. Sem nada mais a dizer para o momento, somente que permaneceremos vigilantes.

sábado, 27 de maio de 2017

Fasp recorre à Justiça para derrubar lei que elevou contribuição de servidores para 14%



A Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Estaduais (Fasp) ingressou na tarde desta sexta-feira, no Tribunal de Justiça do Rio (Alerj), com pedido de liminar para que a lei que elevou a contribuição previdenciária dos servidores estaduais, de 11% para 14%, seja declarada inconstitucional. O pedido foi encaminhado pelo advogado da Fasp, Carlos Henrique Jund, e será analisado pelo presidente do TJ-RJ, Milton Fernandes de Souza.

— A natureza desta cobrança é expressamente confiscatória. O Supremo Tribunal Federal já possui precedentes em julgamentos de casos equivalentes, inclusive recentes. Esperamos que o presidente do Tribunal de Justiça aceite o nosso pedido de liminar rapidamente, para que seja atenuada a revolta da classe dos servidores públicos — disse Jund.

Esta não deve ser a única ação contra os 14%. Sindicatos ligados à Justiça e à Segurança Pública também analisam os melhores argumentos para questionar a lei. A previsão é de mais ações nos próximos dias.

Na petição encaminhada pela Fasp, estão citados desvios de contudade e decisões da governo do Rio que resultaram na crise financeira vivida pelo Estado desde o início de 2016. Como disse Jund, a inconstitucionalidade se baseia no fato de o governo estar "confiscando" 3% do salário dos servidores.

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou a nova lei na última quarta-feira, mesmo com protestos dos servidores. De acordo com o texto aprovado, a taxação de 14% terá validade 90 dias após a sanção. Caso o salário dos servidores siga atrasado após este prazo, não será permitido ao governo aplicar a alíquota.


Vem aí o filme 'Sérgio Cabral e os 40 ladrões'


A população brasileira está tão atônita com as sucessivas descobertas sobre a quadrilha comandada pelo ex-governador Sérgio Cabral que o comentário é que um produtor da Disney encontrou aqui no país uma grande história e quer refilmar uma importante narrativa árabe que integra o Livro das Mil e Uma Noites. Trata-se de Ali Babá e os 40 ladrões, que no Brasil se chamará Sérgio Cabral e os 40 ladrões.


O filme vai contar a história de um governador chamado Cabral que avista 40 ladrões que gritam diante de uma pedra "Abre-te Sésamo!". Cabral, então, faz o mesmo e percebe que a pedra se move, abrindo diante dele uma caverna de tesouros. O personagem Cabral leva dali tudo o que pode. Ele compra palácios e muitos joias para sua amada.


Não satisfeito com tudo o que comprou, Cabral retorna à caverna para pegar mais do tesouro dos 40 ladrões. No local, ele é visto por um dos ladrões, que corre para contar o roubo aos demais. 


Os ladrões armam um plano de entrar em uma grande festa promovida por Cabral. Eles se escondem em tonéis de vinho. Cabral vai à adega buscar mais da bebida e escuta um susurro: "Já deu meia-noite?", pergunta um dos ladrões. Esperto, ele volta à festa e diz aos guardas que o vinho estragou e os tonéis precisam ser jogados num precipício. Os ladrões, então, se entregam.


Na história original, Ali Babá, que enfrentou o desejo de vingança de outros ladrões, termina a história rico e feliz, ao lado de sua amada. No filme sobre Sérgio Cabral o roteirista ainda não decidiu se o final será feliz para o ladrão dos ladrões ou se sua ganância pelo tesouro o levará a um triste desfecho.




STF proíbe municípios de cobrarem taxa de combate a incêndios

Bombeiros combatem incêndio em loja no centro do Rio; municípios não poderão cobra taxa de incêndio

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (24), proibir os municípios de cobrarem taxa de incêndio. A decisão tem repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida por todas as prefeituras.

A taxa é paga por contribuintes que utilizam edificações para exercer atividades de comércio, indústria e prestação de serviços, e varia de acordo com o grau de risco de incêndio na edificação.

De acordo com o ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, os contribuintes poderão inclusive pedir à Justiça ressarcimento por valores pagos nos últimos cinco anos.

A decisão foi tomada a partir de um recurso da cidade de São Paulo contra a decisão de um tribunal estadual, que havia decidido pelo fim da cobrança da taxa.

A avaliação dos ministros que votaram contra a taxa –o placar foi 6 a 4– é de que as cidades não podem cobrar por um serviço de segurança pública, que é de responsabilidade dos Estados.

Além de Mello, votaram contra a taxa os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Edson Fachin.

A favor da cobrança, se posicionaram os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luis Fux e Dias Toffoli.



Fonte:http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/05/1886982-stf-proibe-municipios-de-cobrarem-taxa-de-combate-a-incendios.shtml?cmpid=fb-uol

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Alerj aprova aumento de contribuição previdenciária de servidor

Rio - A Alerj aprovou na tarde desta quarta-feira o texto base que aumenta a alíquota da contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%. Foram 39 votos a favor e 26 contra. A sessão foi presidida pelo deputado Jorge Picciani (PMDB), que estava afastado desde o mês passado para tratar um câncer na bexiga. Picciani recusou todos os pedidos de questão de ordem e apressou a votação.

O projeto aprovado também prevê aumento da contribuição de 21% para 28% dos poderes legislativo, judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas ao regime de previdência.

Após a aprovação, deputados começaram a votar as emendas ao texto base.

No projeto aprovado, a alíquota de 14%, somente será implementada aos servidores públicos estatutários, ativos e inativos, e aos beneficiários de pensão por morte de servidor público estatutário que tenham recebido total e integralmente os salários, incluindo o 13° salário. Após a sanção do governador do Rio, o prazo para cobrança da nova alíquota começa a ser cobrado em 90 dias. Fonte

DIRETO DO ZAP:

O CORPO DE BOMBEIROS ACEITOU MESMO FAZER ISTO?


Leiam. É estarrecedor...


"O Muspe obteve uma liminar judicial que determinava o acesso de servidores às galerias da Alerj, o que foi negado pela presidência da Casa, que apresentou um laudo dos Bombeiros que dizia que a quantidade de saídas, bem como a largura, estavam em desconformidade com as normas técnicas, não podendo haver lotação no interior do plenário."


Tivemos acesso ao "laudo", que diz que a lotação da Alerj seria composta por "70 deputados, 140 assessores e 110 funcionários" e que só poderia haver 110 pessoas no prédio, concluindo que "não há possibilidade de estabelecimento de uma lotação, frente à disparidade técnica constatada". Com base nisso, a Alerj não permitiu o ingresso de ninguém para assistir a votação, desrespeitando a ordem judicial.  


Alguns pontos chamam a atenção:


1) O "laudo" foi fabricado nesta semana, às vésperas da votação; o papel não possui qualquer timbre; não possui a característica marca d'água dos documentos dos bombeiros; e não tem sequer a data em que foi feito.


2) O laudo mente ao afirmar que cada deputado possui 2 assessores, num total de 140. Na verdade, cada deputado possui 20 (vinte) assessores, num total de 1.400, ou seja, 10 vezes o informado pelo laudo.


3) O laudo afirma que a Alerj teria 100 funcionários. Na verdade, a Alerj possui cerca de 5 mil funcionários. Outro "pequeno" erro de 5.440 funcionários a menos na conta.    


4) O laudo afirma que a lotação da Alerj é limitada a 110 pessoas. Só que lá tem 70 deputados, 1.400 assessores e 5 mil funcionários (total de 6.470 pessoas). Em todos os dias normais, centenas de outras pessoas entram e assistem as sessões, sem nenhum problema. Só agora, na votação contra os servidores, os bombeiros notaram que a Alerj vem deixando entrar todos os dias 6.360 pessoas além do permitido?


5) Se os Bombeiros afirmam que a Alerj só comporta 110 pessoas e sabe-se "agora" que ela possui 6.470, o que farão? interditarão a Alerj? Ou o Corpo de Bombeiros fará vista grossa ao seu próprio laudo e permitirá que 6.470 pessoas continuem trabalhando num local em que só poderiam estar 110? vai assumir o risco de ser responsabilizado no caso de uma tragédia?



 
 

 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

PEZÃO É CITADO EM DELAÇÃO DA JBS

Executivo da JBS cita ex e atual governador do Rio durante depoimento


O delator revela que todo o esquema aconteceu durante almoço no Palácio Guanabara.

Tempo de TV e dinheiro. Estas foram as exigências feitas por Sérgio Cabral ao diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, para que a empresa tomasse o controle de uma fábrica em Barra do Piraí, no Sul Fluminense. No acordo, a empresa pagou R$ 27, 5 milhões em doações para campanha do então candidato de Cabral e atual governador, Luiz Fernando Pezão, e em propina.

O delator revela que todo o esquema aconteceu em 2012 durante um almoço no Palácio Guanabara, sede oficial do chefe do executivo estadual.

- Como eu, Joesley, o presidente da Vigor, o presidente da Seara. Nós ficamos de prospectar novos negócios. Aí de cara a gente ia pedir um incentivo por leis, acabamos obtendo.

Citado pelo executivo da JBS durante delação, o governador Luiz Fernando Pezão afirmou que as doações durante a campanha foram todas de acordo com a Justiça Eleitoral.

Segundo Ricardo Saud , durante depoimento à Procuradoria Geral da República, a fábrica que pertencia a BRF estava há dois anos sem utilização em uma área de 400 mil metros quadrados doada pelo Estado. Com o acordo, a JBS não precisaria pagar nada a mais para a antiga dona do espaço.

- Uma fábrica novinha, já com uma parte de equipamento montada e tudo. Chegamos para o Sérgio (Cabral) e falamos “Sérgio, arruma essa fábrica aí para nós aí, vê quanto que é isso. A gente ajuda aí. Como faz, como não faz. Eu coloco essa fábrica em funcionamento em seis meses.

Os R$ 27 milhões pagos pela JBS foram distribuídos, sendo R$ 19 milhões em doações oficiais ao PMDB para a campanha eleitoral de 2014, R$ 900 mil ao PDT e outros R$ 7,5 milhões entregues em espécie ao ex-secretário de Obras do governo Cabral, Hudson Braga.

A defesa do ex-governador Sérgio Cabral, que é réu em processos que apuram prática de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, não se posicionou alegando que qualquer resposta será dada judicialmente.

Por Francini Augusto, 

SOS BOMBEIROS: Pezão é o Lula do Estado, não viu nada, não soube de nada, não ouviu nada e não contaram nada pra ele. Mas a cada fase da operação lava jato, a policia federal se aproxima mais de seu endereço. Certamente a casa vai cair para Pezão também. É questão de tempo.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Temer já decidiu renunciar, só está negociando condições para fazer anúncio oficial.


O Brasil vive hoje uma profusão de notícias que acaba criando dificuldade para as pessoas entenderem o que está ocorrendo. Vamos fazer agora um resumo dos fatos que ocorreram e as nossas impressões. 

1 – Michel Temer fez pronunciamento dizendo que não vai renunciar. Mas segundo várias pessoas com quem conversei durante a tarde, ele já renunciou. Só não o fez ainda formalmente porque quer certas garantias de Rodrigo Maia (presidente da Câmara) e Eunício Oliveira (presidente do Senado). Pesou em sua decisão de renunciar a posição do PSDB, que já avisou que vai para a oposição. Seu discurso foi uma mera encenação combinada com Eliseu Padilha e Moreira Franco. 

2 – Na Operação Patmos foram expedidos 49 mandados, sendo oito de prisão. Dois deles contra pessoas que já estão presas: Eduardo Cunha e Lúcio Funaro. 

Os demais presos são: 

Andréa Neves (irmão de Aécio) 
Frederico Pacheco de Medeiros (primo de Aécio) 
Willer Tomaz (presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais da OAB-DF) 
Ângelo Goulart Vilella (procurador da República no TSE) 
Roberta Funaro (irmã do operador Lúcio Funaro) 
Mendherson Souza Lima (assessor do senador Zeze Perrela (PTB-MG) 

A irmã de Aécio Neves, Andréa Neves, já se encontra na Penitenciária Estevão Pinto, no bairro Horto, em Belo Horizonte. Em sua chegada foi saudada com os gritos de “bandida”. 

3 – Na operação de hoje, nos diversos locais onde foi feita busca e apreensão, a Polícia Federal afirma ter contabilizado até agora o recolhimento de R$ 2 milhões em espécie. 

4 – Paralelamente a tudo o que ocorria nesta operação, o ministro Edson Fachin autorizou a abertura de mais um inquérito contra o presidente do Senado, Eunício Oliveira. A quantidade de material é imensa e a Polícia Federal vai fazer diligências, ou seja, novas operações. 

5 – O ministro Edson Fachin também autorizou a abertura de inquérito contra o presidente da República. Se ao final do inquérito houver denúncia e for transformada em ação penal pelo Supremo Tribunal Federal, o presidente será afastado imediatamente. Diferente do crime de responsabilidade, cujo rito exige votação das duas Casas Legislativas (Câmara e Senado), a simples aceitação de ação penal obriga o presidente a se afastar do cargo. 

6 – Dez entre dez políticos com quem conversei hoje à tarde têm a convicção de que Joesley e Wesley Batista agiram por orientação de ex-deputado Eduardo Cunha. Todos concordam que Eduardo cansou de esperar um movimento de Temer para ajudá-lo. 

7 – Embora a animação do PT seja grande, as revelações que virão à tona com a quebra do sigilo, as denúncias contra Lula, Dilma e outros petistas vão complicar o jogo. Contra Dilma o delator afirma que, via caixa 2, deu R$ 30 milhões para a campanha de Fernando Pimentel ao governo de Minas Gerais. E contra Lula, que pagou várias palestras fictícias para esquentar dinheiro. 

8 – Outro crime atribuído a Michel Temer por Joesley Batista é o fato de que o presidente teria avisado um dia antes ao empresário que a taxa de juros Selic seria reduzida em 1%. A quantidade de crimes cometidos por Aécio e Temer, como obstrução de justiça, informação privilegiada, além de corrupção, é de espantar. O deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que também está com o mandato suspenso pelo STF, assim como Aécio, vendia nomeações para cargos estratégicos em órgãos do governo e estatais. Os diálogos são chocantes. 

9 – Diferente da versão oficial, a operação não seria hoje. Havia, inclusive, um evento no domingo, que seria filmado pela Polícia Federal. 

Ouçam o áudio da delação de Temer: 





quinta-feira, 11 de maio de 2017

CONCURSO PARA BOMBEIRO: SÓ NO RIO GRANDE DO NORTE!!!


O governo do Rio Grande do Norte abre nesta quarta-feira (10), a partir das 14h, as inscrições para o concurso público do Corpo de Bombeiros Militar do estado. Ao todo, são 12 vagas para oficial (2º tenente) a serem preenchidas em ampla concorrência para ambos os sexos.
 
 As inscrições custam R$ 70 e ficam abertas até as 17h do dia 12 de junho. A primeira etapa, que consiste em prova escrita de múltipla escolha, está marcada para o dia 9 de julho e deve acontecer simultaneamente nas cidades de Natal, Mossoró e Caicó.

Durante o período de formação, o candidato receberá auxílio financeiro no valor atual de R$ 4.486,68 correspondente ao aluno do 1º ano. No 2º ano, o auxílio passa para R$ 5.391,50. E chega a R$ 6.161,71 no 3º ano do Curso de Formação de Oficiais.

O candidato que obtiver aprovação no Curso de Formação de Oficial, última etapa do concurso, obedecido o número de vagas oferecidas no certame, será declarado Aspirante a Oficial Bombeiro Militar, sendo submetido a estágio probatório no período de seis meses. Após o referido estágio, se considerado indicado para início na carreira, será nomeado 2º tenente, com remuneração inicial no valor de R$ 7.986. FONTE

domingo, 7 de maio de 2017

BOMBEIRO É BALEADO EM TENTATIVA DE ASSALTO NA ZONA NORTE


Um homem ficou ferido em uma tentativa de assalto no Méier, na Zona Norte do Rio, na manhã deste domingo. Subtenente do Copo de Bombeiros, Marcelo Alexandre Nunes estava indo para o trabalho quando foi abordado por assaltantes em uma moto, por volta das 5h da manhã. A vítima teria tentado correr, e os criminosos atiraram pelas costas.

Lotado no Grajaú, o bombeiro passa por uma cirurgia no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, já que foi atingido na altura do intestino. Ele deve ser transferido para o Hospital dos Bombeiros após a operação e seu quadro de saúde é estável, segundo as primeiras informações recebidas pela família.
De acordo com o 3ºBPM (Méier), até o momento, não houve prisões relacionadas ao fato.



Fonte:http://extra.globo.com/casos-de-policia/bombeiro-baleado-em-tentativa-de-assalto-na-zona-norte-21306453.html#ixzz4gPyqXRgR

TODO MUNDO JÁ SABIA!


Com margem de negociação dramaticamente reduzida para conseguir um acordo de delação premiada, Sérgio Cabral está juntando a pólvora que lhe resta. Como só valem nesse jogo fichas inéditas, o ex-governador do Rio de Janeiro as está empilhando na área do Judiciário. 

Uma fonte da coluna garante que as cabeças que o ex-governador afirma poder oferecer na bandeja aos procuradores federais estão presas a três pescoços do Superior Tribunal de Justiça, a três do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e a quase 20 do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Família Cabral movida a propina


É bom deixar claro que esse quadro diz respeito apenas ao dinheiro entregue por um operador à família de Sérgio Cabral, no caso Luiz Carlos Bezerra. Mas há outros operadores que pagavam contas e entregavam dinheiro à família Cabral e agregados. 

O principal deles é Carlos Emanuel Miranda de Carvalho, amigo de infância e casado com uma prima de Sérgio Cabral, além de Pedro Ramos de Miranda, o "faz tudo" do ex-governador, e Sérgio de Castro Oliveira, o Serjão, que também levava dinheiro para a secretária do ex-governador, responsável pelo pagamento de contas da família. 

Então esse quadro acima é ilustrativo das pessoas da família Cabral e agregados que recebiam dinheiro das propinas, mas o valores são ínfimos perto do total. 

Só para citar dois exemplos, o ex-subsecretário de Comunicação Social, Francisco de Assis, o Kiko, que operava junto às agência de publicidade, contou ao MPF que repassou R$ 7,7 milhões ao deputado Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador, e há o caso dos 12 cavalos importados, comprados por outro filho, João Pedro, conhecido como Cabralzinho. E, claro, muita coisa ainda não veio à tona. 

Vamos lembrar também da planilha apreendida pela Polícia Federal que aponta o pagamento de mesadas de R$ 7,5 mil para a ex-sogra de Cabral, Angela Neves e à ex-cunhada, Nina Neves. Como Cabral era generoso até com a família da ex-mulher! 

Enfim, como disse no título desta postagem, a família Cabral era movida a propina. 

Mas não posso deixar de comentar a justificativa dada ao Globo pela mãe de Sérgio Cabral, que é de uma desfaçatez inacreditável (vejam reprodução abaixo). 

Para quem não sabe Dona Magaly Cabral é diretora do Museu da República, nomeada em 2009 por Lula, a pedido de Sérgio Cabral, e até hoje permanece no cargo, com salário de R$ 13 mil. Ela alega que Cabral enviava dinheiro "vez ou outra", porque o marido, Sérgio Cabral, o pai, "parou de produzir, por estar com Alzheimer". 

Ora, muita gente não sabe ou não lembra, mas Sérgio Cabral pai foi vereador da cidade do Rio de Janeiro por 11 anos (3 mandatos) e depois foi conselheiro do Tribunal de Contas do Município por 14 anos, aposentou-se em 2007. Se não se aposentou pelo setor privado, como jornalista, não disponho dessa informação, pelo menos tem duas gordas aposentadorias como ex-vereador, cujo salário hoje é de R$ 18.900 (brutos), e de ex-conselheiro, cujo salário atual é de R$ 26.500 (brutos). 

Então pega mal a mãe de Cabral querer usar a doença do marido para justificar a entrega de dinheiro enviado pelo filho. Além do mais, mesmo que o casal enfrentasse dificuldades financeiras, o que está muito longe de ser o caso, isso não serve de desculpa para receber dinheiro de propina. 




sexta-feira, 5 de maio de 2017

CONSELHEIRA DA OAB DÁ PARECER FAVORÁVEL A IMPEACHMENT DE PEZÃO


O parecer que acabou de ser lido na reunião do conselho da OAB do Rio, na tarde desta quinta-feira (4) é favorável à abertura de impeachment contra o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

O relatório preparado pela presidente da Comissão de Direito Constitucional da entidade, Vânia Aieta, apoia sua argumentação em uma série de medidas tomadas pela atual gestão, incluindo o decreto 45.692/2016, que instaurou o estado de calamidade pública no Rio.

O texto da relatora, que é membro do Conselho Seccional da OAB/RJ, argumenta que o decreto "violou frontalmente o disposto nos artigos 8º, 287 e 306" da constituição estadual, citando ainda uma "gestão irresponsável e temerária":
"O que assistimos hoje no estado do Rio de Janeiro é fruto tão somente de um desequilíbrio econômico, financeiro e fiscal há muito denunciado pelo próprio corpo técnico do Tribunal de Contas do Estado", conclui.

A advogada também cita outras falhas do Executivo fluminense, como o atraso no pagamento de aposentadorias e pensões, a ausência de repasses à Saúde e as isenções fiscais concedidas ainda durante o governo Cabral.

"Foram mais de 600 empresas beneficiadas (...), demonstrando um hiato inexplicável e uma nítida falta de controle com a destinação dos recursos públicos", diz o texto sobre as desonerações.

A próxima reunião do conselho da OAB está marcada para o dia 18, quando a entidade decide se encaminha ou não o pedido de impeachment à Assembleia Legislativa.



Fonte:http://extra.globo.com/noticias/extra-extra/conselheira-da-oab-da-parecer-favoravel-ao-impeachment-de-pezao-21294802.html#ixzz4gE1kklLp

"NOSSA PUTARIAS TÊM QUE CONTINUAR" ESCREVEU SÉRGIO CÔRTES A EMPRESÁRIO

"Nossas putarias têm que continuar", escreveu Sérgio Côrtes a empresário

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia, quarta-feira (3), contra o ex-secretário de Saúde do Rio Sérgio Côrtes, o empresário Miguel Iskin e Sergio Vianna Junior sob a acusação de obstrução da Justiça. A procuradoria aponta que Côrtes e Iskin agiram para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, usando Vianna como intermediário. 

A investigação interceptou email de Côrtes para Iskin no qual os dois tentaram combinar versões a serem apresentadas à Justiça e buscam uma forma de manter o esquema criminoso. "Meu chapa, você pode tentar negociar uma coisa ligada à campanha. Pode salvar seu negócio. Podemos passar pouco tempo na cadeia... Mas nossas putarias têm que continuar", escreveu Côrtes para Iskin, segundo a procuradoria.


"Nossas putarias têm que continuar", escreveu Sérgio Côrtes a empresário

A denúncia aponta que o ex-secretário de Saúde e o empresário agiram, usando Vianna como intermediário, para pressionar o ex-subsecretário Cesar Romero a alterar sua delação premiada, que estava em fase de negociação com o MPF. 

Eles teriam oferecido inclusive dinheiro, e tentaram combinar entre si versões a serem apresentadas, na tentativa de dificultar as apurações dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro praticados no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) e na Secretaria Estadual de Saúde do Rio.

"A preocupação entre os denunciados em estancar as investigações ou pelo menos impedir que chegassem com força às suas condutas era evidente", diz o MPF na denúncia.

Côrtes, Iskin e Vianna foram presos durante a Operação Fratura Exposta, desdobramento da Lava Jato no Rio, que apura fraudes em licitações e pagamento de propina na aquisição de equipamentos de saúde para a estadual. 


Fonte:http://www.jb.com.br/pais/noticias/2017/05/04/nossas-putarias-tem-que-continuar-escreveu-sergio-cortes-a-empresario/

QUIOSQUE DO ALEMÃO EXPLODE E DEIXA FERIDOS EM ITABORAÍ


RIO — Uma explosão seguida de incêndio deixou feridos no restaurante Kiosque do Alemão, na altura do quilômetro 284 da BR 101, no bairro Duques, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. Bombeiros dos quartéis de Rio Bonito e Itaboraí foram acionados para conter as chamas na manhã desta sexta-feira. Ainda não se sabe quantas pessoas ficaram feridas nem o estado de saúde delas.

Ao menos uma vítima ficou ferida com gravidade. Haroldo F. Alves, de 63 anos, sofreu queimaduras pelo corpo e foi encaminhado para um hospital em Rio Bonito.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve ao menos uma explosão antes do incêndio. Há muita fumaça no local, mas a visibilidade da pista não está prejudicada. Agentes da Polícia Militar também estão no local.

A Autopista Fluminense, concessionária responsável por aquele trecho da rodovia, enviou um caminhão-pipa para auxiliar na operação do Corpo de Bombeiros e equipes de socorristas para ajudar no atendimento médico.

Uma funcionária de um restaurante próximo contou que, por volta da 10h, houve uma explosão no local, que teria começado na cozinha.

— Há muita gente ferida. Pessoas muito queimadas. Várias ambulâncias estão fazendo o socorro, mas ainda não sabemos quantas pessoas se machucaram — disse ela, que não se identificou.

Vídeos publicados no Facebook mostram o local e a ação dos bombeiros:


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Delator denuncia esquema que desviava dinheiro dos Bombeiros




Delação é do ex-subsecretário de Saúde do Rio de Janeiro, Cesar Romero. Ele revelou esquema envolvendo o ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes.
O Jornal Hoje teve acesso, com exclusividade, a mais trechos da delação premiada do ex-subsecretário de Saúde do Rio de Janeiro, Cesar Romero. Ele revelou em depoimento que o esquema envolvendo o ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, também foi usado para desviar dinheiro do Corpo de Bombeiros.

Cesar Romero revelou em delação premiada aos procuradores da Lava Jato como aconteciam as fraudes em licitações para a compra de equipamentos da corporação. Até 2011, as áreas da Saúde e da Defesa Civil estavam agrupadas em uma mesma secretaria, sob o comando de Sérgio Côrtes, ex-secretário de Saúde no governo de Sérgio Cabral, do PMDB.

Segundo o delator, o esquema envolvia empresas especializadas no ramo, sempre internacionais, que combinavam entre si o preço de oferta. Cesar Romero detalhou como o esquema funcionava. Segundo ele, o cartel entre as empresas era organizado pelo empresário Miguel Iskin, também envolvido em fraudes na área da saúde.

A Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil abria licitações para a compra de equipamentos dos Bombeiros de empresas no exterior e pagava valores incluindo as taxas e impostos de importação. Mas os equipamentos entravam no Brasil em nome da Secretaria, que era isenta de impostos. A diferença era recebida pelas empresas estrangeiras e depositada como propina em contas fora do Brasil. O dinheiro ia para contas em nome de Miguel Iskin e, depois, era distribuído para Sérgio Côrtes e para o próprio Cesar Romero.

Ainda de acordo com Cesar Romero, o esquema foi usado para a compra de equipamentos específicos de corpo de Bombeiros, como por exemplo, escada magirus, desencarcerador, lanchas. O delator revelou que o esquema incluiu do primeiro semestre de 2007 até 2010 mesadas para funcionários da secretaria de Saúde, Defesa Civil e Bombeiros.

Segundo ele, o empresário Miguel Iskin pagava R$ 20 mil por mês ao então comandante geral da corporação, Pedro Marcos. E ele não era o único. Vários funcionários do governo teriam recebido entre R$ 5 e R$ 25 mil. Romero disse que era o responsável pela distribuição e afirmou que pegava o dinheiro na casa de Miguel Iskin ou com os funcionários de Gustavo Estellita, sócio de Iskin, que possuía uma espécie de caixa forte, possivelmente uma sala comercial alugada, onde ficavam documentos e dinheiro.

Estellita contou que, em abril de 2010, ao deixar a secretaria, ficou sabendo que o volume desses pagamentos chegava a R$ 400 mil. Sergio Cortes, Miguel Iskin e Gustavo Estelitta foram presos pela Lava Jato, no Rio de Janeiro, no começo do mês, por corrupção e fraude em licitações.

A empresa de Miguel Iskin, a Oscar Iskin, negou o envolvimento em qualquer prática ilícita e disse que prestará todos os esclarecimentos às autoridades.

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio afirmou que está entregando às autoridades a documentação solicitada, que os servidores acusados de receber mesada já deixaram a pasta e que não tem nenhum contrato em vigor com a Oscar Iskin.

O Corpo de Bombeiros afirmou que desconhece as investigações, mas está à disposição das autoridades. A corporação informou ainda que o ex-comandante Pedro Marcos está na reserva remunerada. O Jornal Hoje não conseguiu contato com ele.

Os advogados do ex-secretário Sérgio Côrtes disseram que no momento oportuno ele vai elucidar todos os fatos. As defesas de Gustavo Estellita e de Sérgio Cabral ainda não responderam à nossa produção.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/04/delator-denuncia-esquema-que-desviava-dinheiro-dos-bombeiros.html