segunda-feira, 22 de maio de 2017

PEZÃO É CITADO EM DELAÇÃO DA JBS

Executivo da JBS cita ex e atual governador do Rio durante depoimento


O delator revela que todo o esquema aconteceu durante almoço no Palácio Guanabara.

Tempo de TV e dinheiro. Estas foram as exigências feitas por Sérgio Cabral ao diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, para que a empresa tomasse o controle de uma fábrica em Barra do Piraí, no Sul Fluminense. No acordo, a empresa pagou R$ 27, 5 milhões em doações para campanha do então candidato de Cabral e atual governador, Luiz Fernando Pezão, e em propina.

O delator revela que todo o esquema aconteceu em 2012 durante um almoço no Palácio Guanabara, sede oficial do chefe do executivo estadual.

- Como eu, Joesley, o presidente da Vigor, o presidente da Seara. Nós ficamos de prospectar novos negócios. Aí de cara a gente ia pedir um incentivo por leis, acabamos obtendo.

Citado pelo executivo da JBS durante delação, o governador Luiz Fernando Pezão afirmou que as doações durante a campanha foram todas de acordo com a Justiça Eleitoral.

Segundo Ricardo Saud , durante depoimento à Procuradoria Geral da República, a fábrica que pertencia a BRF estava há dois anos sem utilização em uma área de 400 mil metros quadrados doada pelo Estado. Com o acordo, a JBS não precisaria pagar nada a mais para a antiga dona do espaço.

- Uma fábrica novinha, já com uma parte de equipamento montada e tudo. Chegamos para o Sérgio (Cabral) e falamos “Sérgio, arruma essa fábrica aí para nós aí, vê quanto que é isso. A gente ajuda aí. Como faz, como não faz. Eu coloco essa fábrica em funcionamento em seis meses.

Os R$ 27 milhões pagos pela JBS foram distribuídos, sendo R$ 19 milhões em doações oficiais ao PMDB para a campanha eleitoral de 2014, R$ 900 mil ao PDT e outros R$ 7,5 milhões entregues em espécie ao ex-secretário de Obras do governo Cabral, Hudson Braga.

A defesa do ex-governador Sérgio Cabral, que é réu em processos que apuram prática de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, não se posicionou alegando que qualquer resposta será dada judicialmente.

Por Francini Augusto, 

SOS BOMBEIROS: Pezão é o Lula do Estado, não viu nada, não soube de nada, não ouviu nada e não contaram nada pra ele. Mas a cada fase da operação lava jato, a policia federal se aproxima mais de seu endereço. Certamente a casa vai cair para Pezão também. É questão de tempo.

6 comentários:

  1. Não vejo a hora dá casa de Pezão cair e se juntar-se a Cabral , eu sei que isso é questão de tempo , mas primeiro ele tem que sair do poder , pq com foro privilegiado , dificilmente o STF o mandará morar com Cabral

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  2. Esses corruptos que aprovaram fazer festa com nosso dinheiro terão que amargar esses meses que restam de glória na ALERJ, Com certeza não serão reeleitos nas próximas eleições....guardem os nomes deles e vamos divulgar los nas eleições.

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  3. Esse Coro Nelson que assina laudo da Alerta já foi para reserva a muito tempo

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  4. Eu acho que em quanto esses políticos estiverem no poder tudo será a favor deles e nada pro povo eles fazem questão de mostrar pra população que um ajuda o outro um encoberta o outro e que estão nisso juntos estão todos Unidos. Vocês escutaram o que o Rodrigo Maia disse? Ele falou que pela caneta dele o presidente temer fica. ..E enquanto na ALERJ foi negado todos os pedidos de tirar o Pezão do comando do estado.
    Eu faço uma pergunta aos senhores..Como alguém que foi citado várias vezes por irregularidades inclusive na última agora pela JBS Podem continuar governando. ?

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  5. O PMDB, não precisa de votos voluntários, até porque não tem ideologia, eles simplesmente compram esses votos.

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  6. Era um partido que não tinha condições de ganhar manda, tendo em vista, a grande manifestação realizada antes da da eleição. A prova disso foi as delacoes da JS, pra comprar diversos partidos.

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