domingo, 11 de junho de 2017

Coronel que já cuidou da segurança de Cabral participava de esquema de corrupção de ex-governador, diz operador

Anderson Felippe é diretor de empresa de vigilância que participou de eventos como Copa e Maracanã. Ele afirma que relação com Cabral era profissional.




Mais um homem de confiança de Sérgio Cabral é suspeito de participar do esquema que roubou milhões de reais dos cofres públicos. Anderson Felippe Gonçalves, o coronel Felippe, já cuidou da segurança do ex-governador.

O nome de coronel Fellipe apareceu no depoimento de Luiz Carlos Bezerra, um dos operadores financeiros do esquema criminoso de pagamento de propina. Segundo os investigadores, é uma referencia a Anderson Fellipe Gonçalves, ex-chefe de segurança de Sergio Cabral.

Luiz Carlos Bezerra, que está preso desde novembro, disse ao Ministério Público Federal que o coronel Fellipe tinha envolvimento com o dinheiro do caixa da corrupção do ex-governador.

Nas agendas de Bezerra apreendidas pela força tarefa da Lava Jato, o coronel é identificado apenas como Fellipe. Em uma página, do dia 9 de setembro, Felipe aparece ao lado do valor de R$ 18 mil reais. Não é possível saber o ano da anotação.

Anderson Fellipe Gonçalves trabalhava na segurança do ex-governador Sérgio Cabral, foi exonerado do cargo na subsecretaria militar em 2013. Mas, segundo o portal da transparencia do governo do estado do Rio, ele ainda recebe um salário de quase R$ 28 mil como policial militar.

Além de servidor do estado, coronel Fellipe mostrou-se também um excelente homem de negócios. Durante o governo de Cabral, as empresas das quais faz parte foram muito bem sucedidas à frente dos maiores eventos do Rio. O coronel Fellipe é diretor da Sunset Vigilância. A Copa das Confederações e o consórcio Maracanã Rio 2014 são alguns dos clientes.

No estádio, coronel Fellipe ampliou os serviços. Ele também é diretor da empresa Sunplus, que cuida da limpeza do Maracanã.

Luiz Carlos Bezerra também cita outro empresário em seu depoimento: Georges Sadala, que já teve relação com o consórcio Agiliza Rio e já administrou o Rio Poupa Tempo. Bezerra disse que George Sadala era identificado nas anotações como G., Salada ou Saladino.

O operador afirmou que pegou dinheiro com o empresário aproximadamente cinco vezes e que cada recolhimento girava em torno de R$ 200 mil. Luiz Carlos Bezerra afirma que o dinheiro era entregue por Georges Sadala no escritório dele no Leblon e que as entregas aconteceram entre 2010 e 2014.

Outro lado

Anderson Felippe Gonçalves disse que é coronel aposentado e que sua relação com sérgio cabral sempre foi profissional. Ele declarou também que sua empresa nunca recebeu recursos públicos e que todos os contratos foram conquistados sem a interferência de políticos. O RJTV não conseguiu falar com Sadala.

2 comentários:

  1. ESTA MÍDIA ESTÁ SEMPRE AMPARADA EM FUROS DE REPORTAGEM. QUE FULANO ROUBOU, QUE SICRANO ROUBOU MAIS PRESO QUE É BOM NADA. VEJAM QUANTOS NOTICIÁRIOS ATÉ HOJE NO BRASIL NÓS OUVIMOS E VIMOS COM RELAÇÃO A POLÍTICOS CORRÚPTOSE LADRÕES PORQUE NÃO TEM SÓ O CUNHA E CABRAL QUE ROUBARAM TEM MUITO MAIS. E ONDE ESTÃO PRESOS OS DEMAIS POLÍTICOS E AUTORIDADES QUE ROUBARAM O POVO NO BRASIL? PRENDERAM O EDUARDO CUNHA E SÉRGIO CABRAL COMO BODE ESPIATÓRIO E OS QUE PRATICARAM CRIMES MAIS VIOLENTOS DO QUE OS DOIS ESTÃO SOLTOS E RINDO DA CARA DAS AUTORIDADES E DO POVO.

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  2. É VERDADE JUIZ MORO E BRETAS PREDERAM, E O BOCA DE HIPOPOTAMO SOLTOU. ATÉ COLOCARAM O APELIDO DE LAXANTE GILMAR. MORO PRENDE GILMAR SOLTA. ESTÃO TODOS DE TORNOZELEIRA NAS MANSÕES.
    JUNTOS SOMOS FORTES"""""""'

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